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Check-in digital em hotéis pode auxiliar cumprimento de mandados de prisão em aberto; entenda

Sistema passou a ser obrigatório para todos os meios de hospedagem no país; ‘Maior segurança’, avalia especialista

Cidades|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Check-in digital em hotéis é agora obrigatório, utilizando a FNRH Digital.
  • A nova ferramenta visa aumentar a segurança dos dados e agilizar o processo de registro.
  • A concentração de informações pode ajudar na localização de foragidos com mandados de prisão em aberto.
  • Especialistas alertam para a importância de cuidados com a cibersegurança ao realizar o check-in online.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Hotéis, pousadas e outros meios de hospedagem passaram a ser obrigados, a partir desta semana, a adotar a FNRH (Ficha Nacional de Registro de Hóspedes) Digital. O sistema permite que o viajante faça o check-in digitalmente e evite filas na chegada ao estabelecimento, além de oferecer uma camada a mais de segurança às informações armazenadas, segundo o especialista em crimes digitais Flávio D’Urso.

“É interessante a gente pontuar que já existia essa ficha. Todavia, era no papel, de uma forma bastante ultrapassada”, pontua o advogado em entrevista ao Conexão Record News. “Se antes ele tinha, de alguma forma, que armazenar esse papel, guardar essa informação, agora, no sistema integrado, essa informação ficará com o governo. Isso também facilita e traz uma maior segurança.”


Funcionária de hotel mexendo com papéis em frente a computador
Registro agiliza entrada de hóspedes, mas requer atenção para a vulnerabilidade de dados Reprodução/Record News

Para realizar o cadastro da estada, os hóspedes devem entrar no site, realizar login com conta Gov.br ou certificado digital e registrar a reserva no local indicado. Mas, ao passo que a mudança agiliza o processo de hospedagem, ela deve ser tratada com cautela e vir acompanhada de investimentos em cibersegurança. “A pessoa tem que olhar ali direitinho o site”, reforça D’Urso, “para garantir que se trata do domínio correto e não acabar com dados sensíveis expostos à ação de criminosos”.

Por outro lado, a concentração de informações no sistema do governo também pode auxiliar o combate ao crime, afirma o especialista. “A partir do momento em que essa informação é mandada para o Estado, uma pessoa, por exemplo, que tem um mandado de prisão em aberto, poderá sofrer então a prisão”, explica.


“São algumas novidades, algumas questões que a tecnologia acaba facilitando e que nós iremos verificar no dia a dia como isso vai se dar.”

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