Os motivos que levaram a Polícia Federal a pedir prisão preventiva de MCs Ryan e Poze
Para a corporação, a liberdade dos investigados ‘representa risco concreto de continuidade das atividades ilícitas’
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinar a soltura de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, além de Raphael Sousa Oliveira — criador da página “Choquei” — e de outros investigados, a Polícia Federal pediu a prisão preventiva deles.
A PF afirmou que a medida “encontra sólido fundamento na necessidade de garantia da ordem pública”.
“A magnitude dos valores movimentados, a sofisticação do esquema e a atuação coordenada dos investigados demonstram a existência de um verdadeiro sistema de reciclagem de capitais ilícitos, com elevado potencial de lesividade social”, disse.
Risco de novos crimes
Para a corporação, a liberdade dos investigados, nesse contexto, “representa risco concreto de continuidade das atividades ilícitas, sendo certo que a associação criminosa apresenta estrutura apta à sua rápida recomposição e continuidade operacional”.
Segundo a corporação, ainda estão ocorrendo as análises dos materiais apreendidos com os investigados, como dispositivos eletrônicos e documentos diversos.
“Os exames vêm confirmando, de forma paulatina e progressiva, os vínculos de diversos investigados com a prática reiterada da constituição de uma associação criminosa estruturada, voltada à movimentação de grandes quantias em espécie, transferências bancárias e de criptoativos, tanto no território nacional quanto no exterior, visando à lavagem de capitais”, disse a PF.
Para a corporação, “o cenário atual revela momento sensível e crítico da investigação, no qual se concentram diligências de elevada complexidade técnica, especialmente relacionadas à extração e consequente análise de dados telemáticos e financeiros relacionados com todos os investigados”.
Os investigados foram presos no último dia 15 no âmbito da Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal. O grupo é suspeito de integrar uma organização criminosa altamente estruturada, voltada à lavagem de dinheiro em larga escala, com base principalmente na exploração de apostas ilegais e rifas digitais, além de possíveis conexões com o tráfico internacional de cocaína.
✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp













