MA: onda de violência gera protesto em São Luís
Presídio de Pedrinhas teve que ser ocupado pela PM e ação gerou revolta em grupos criminosos
Cidades|Do R7

Manifestantes realizaram protesto contra a falta de segurança em São Luis, no Maranhão, na noite de sábado (11). O ato foi organizado após a morte de uma criança durante atentado a um coletivo.
Uma onda de violência assustou a população de São Luís e da região metropolitana nas últimas semanas. Com 62 assassinatos desde o começo de 2013, o Complexo Penitenciário de Pedrinhas teve que ser ocupado pela Polícia Militar. A ação gerou revolta em grupos criminosos.
Duas delegacias foram atacadas e cinco ônibus foram incendiados. Duas vítimas que sofreram queimaduras durante o ataque de bandidos a ônibus na capital maranhense permanecem em estado grave, porém estável. Uma delas, Juliane Carvalho Santos — mãe da menina que morreu no atentado—, passou neste sábado por mais procedimentos de saúde no Hospital Regional da Asa Norte, no Distrito Federal. Juliane, que teve 40% do corpo queimado, foi tratada com banhoterapia, que é um procedimento específico para pacientes com queimadura, e passou por troca de curativos.
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Outra vítima do ataque ao ônibus, Márcio Ronny da Cruz, está internado no Hospital Geral de Goiânia e seu estado de saúde também permanece grave, porém estável. Ronny teve 72% do corpo queimado e continua respirando com a ajuda de aparelhos. O paciente passou por desbridamento cirúrgico ontem e deve ser submetido novamente ao procedimento na segunda (13) ou terça-feira (14) próximas, informou a assessoria do hospital.
As pacientes que continuam internadas no Maranhão, Lorane Beatriz, de um ano e meio, que teve queimaduras nas pernas e nos braços e está no Hospital Estadual Infantil Juvêncio Matos, e Abyancy Silva Santos, de 35 anos, que teve queimaduras em 10% do corpo e está na enfermaria do Hospital Geral do Maranhão, podem ter alta na próxima semana. De acordo com informações da Secretaria de Saúde do Maranhão, a menina passará por novo curativo cirúrgico na segunda e Abyanci na terça e, então, os médicos vão avaliar se elas precisam permanecer no hospital.
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