Summit Mulheres nas Profissões debateu a necessidade de lideranças femininas no mercado de trabalho
Evento reuniu aproximadamente 20 mil pessoas e contou com mais de 100 palestras
São Paulo|R7 Conteúdo e Marca
O Grupo Mulheres do Brasil, presidido pela Luiza Helena Trajano - que também é responsável pelo conselho de administração do Magazine Luiza -, reuniu mais de 20 mil pessoas em um evento pioneiro para falar sobre a participação feminina em cargos de tomada de decisão em políticas públicas, empreendedorismo, tecnologia e esportes.
O primeiro Summit Mulheres nas Profissões teve como objetivo acender o debate sobre a presença de mulheres nos cargos de alta gestão do país e a meta é clara: ter 50% de mulheres em posição de liderança até 2030. Trajano reforçou a importância do projeto durante a abertura do evento: “Assim conseguiremos mudar o mundo, mudar o Brasil e dar exemplo”.
Para enriquecer o debate, ocorreram mais de 100 palestras pelos 8 palcos com os mais variados temas: empreendedorismo, alta gestão, esportes e saúde, liderança e carreira, agricultura, política e cultura e arte. Para condizer com a relevância dos assuntos, nada mais justo do que trazer convidadas de peso: para falar sobre políticas públicas, as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva marcaram presença. Já Cármen Lúcia, ministra do STF, apareceu para falar sobre sua trajetória até o poder.
Mas não foram só as autoridades políticas que palestraram no Summit. Daiane dos Santos e Formiga estiveram lá para reforçar a necessidade de investimento nos esportes de modalidade feminina. Já para falar sobre influência digital, ninguém melhor que Juliette, que atualmente conta com mais de 28 milhões de seguidores no Instagram. Por fim, Djamila Ribeiro, uma das principais escritoras do país, esteve presente para falar sobre como o audiovisual pode construir pontes de ascensão para as mulheres.
Apesar do ótimo resultado do Summit Mulheres nas Profissões, o Grupo Mulheres do Brasil promete não parar por aqui. A ideia é ativar e enriquecer o debate sobre lideranças femininas contando com a participação de homens como aliados, reforçando a ideia de que representatividade importa e que os gêneros podem se complementar para gestões mais eficientes, assertivas e saudáveis.














