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Seis pessoas são presas após ataques e incêndios no Ceará

Polícia teria encontrado galões de gasolina, uma pistola calibre 380 e 13 munições com os suspeitos. Secretaria determinou o reforço no policiamento

Cidades|Ingrid Alfaya, do R7 com Agência Brasil

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Secretaria da Justiça e Cidadania do Ceará foi alvo de ataques no sábado (24)
Secretaria da Justiça e Cidadania do Ceará foi alvo de ataques no sábado (24)

Seis suspeitos foram presos neste domingo (25) acusados de atear fogo em coletivos e participação nos ataques contra órgãos públicos e torres de telefonia, em três cidades do Ceará, na noite do último sábado (24). As ocorrências agravaram a situação da segurança pública do estado. 

Prisões


Três pessoas foram presas suspeitas de atear fogo em coletivos. Com eles teriam sido encontrados galões de gasolina.

“A SSPDS (Secretaria de Segurança Pública e defesa Social) determinou o reforço no policiamento, inclusive com apoio de helicópteros da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer)”, informou a assessoria do órgão. 


Outras três pessoas foram presas suspeitas de participação nos ataques. Uma delas foi presa portando uma pistola calibre 380, com 13 munições, no bairro Vila União.

“A participação dele em disparos de arma de fogo em frente ao prédio da Empresa de Transportes Urbanos de Fortaleza (Etufor) está sendo investigada. Outros dois homens foram preso por policiais do Controle de Distúrbios Civis (CDC) do Batalhão de Choque (BPChoque), na Avenida Presidente Castelo Branco (Leste Oeste), portando uma mochila com garrafas contendo cerca de nove litros de gasolina."


Vídeos dos ataques foram divulgados na redes sociais:

Governador

Na manhã de ontem (24), o governador Cailo Santana falou sobre o ataque à Sejus, durante ato de implantação da Unidade Integrada de Segurança em Fortaleza. Ele disse que o governo espera intensificar os serviços de policiamento ostensivo e comunitário em dez bairros da capital e que não vai aceitar “qualquer afronta de criminosos". Sobre segurança pública, defendeu revisão de leis pelo Congresso Nacional e celeridade na Justiça para diminuir a “sensação de impunidade” e “combater a criminalidade”.

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