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Análise: maiores economias do mundo, como o Brasil, precisam conter disparada do custo de vida

PIB brasileiro deve superar Itália e Rússia em 2027, segundo o FMI

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O PIB do Brasil deve atingir US$ 2,79 trilhões em 2027, tornando-se a oitava maior economia do mundo, segundo o FMI.
  • O economista Rodrigo Simões destaca que, apesar do crescimento econômico, a desigualdade na divisão de riqueza é preocupante.
  • O custo de vida está aumentando mais rapidamente do que a renda, pressionando especialmente a classe média.
  • Simões sugere que a diversificação de serviços além dos setores extrativistas pode ajudar a mitigar os problemas econômicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil deve chegar a US$ 2,79 trilhões em 2027, o que tornaria o país a oitava maior economia do mundo, superando a Itália e a Rússia. Atualmente, o Brasil ocupa a décima posição do ranking. Os dados foram divulgados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e animaram o economista e professor da Faculdade do Comércio, Rodrigo Simões.

“É sempre bom ver o Brasil crescendo. [...] Se o país cresce, as empresas estão crescendo e as famílias estão tendo mais emprego”, comemorou em entrevista ao Conexão Record News desta sexta (16). Apesar de o salto para a oitava posição ser promissor, a maneira como a riqueza do próximo ano será dividida entre a população intriga Simões, que chama atenção para a desigualdade em grandes economias.

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“Existem muitos estudos que mostram indicadores de crescimento em vários setores produtivos, mas você tem um distanciamento entre as classes sociais. [...] O custo de se viver, o custo per capita de vida, tanto no Brasil como nas demais sete economias, vem disparando de uma forma maior do que a renda. [...] Tem uma camada achatada no meio, que seria a classe média [...] que tem sido pressionada”, apontou o professor.

Simões explicou que as constantes inovações tecnológicas motivam esse aumento de preços, uma vez que a aplicação delas em empresas no exterior desloca financiamentos estrangeiros. “Quem detém o conhecimento no mundo gera mais riqueza para dentro do seu país”, afirmou o economista, que enxerga na diversificação de serviços para além dos setores extrativistas uma solução ao problema.

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