Após fechar na maior alta em 11 anos, dólar abre dia acima de R$ 3,21
Moeda americana continua em alta por preocupações com política e economia do Brasil
Economia|Do R7

Após subir 1,08% nesta quinta-feira (12) e fechar o pregão a R$ 3,1615 na venda — no maior nível de fechamento desde 14 de junho de 2004, quando ficou em R$ 3,17 — o dólar abriu o dia nesta sexta-feira (13) superando a marca de R$ 3,21.
As causas da alta da moeda americana são a busca dos investidores por proteção em meio à turbulência política que vêm dificultando a aprovação de medidas para o reequilíbrio das contas públicas brasileiras e o movimento do mercado externo se antecipando a uma possível sinalização do Fed (Federal Reserve) , banco central americano, na semana que vem de que a alta dos juros dos EUA está próxima.
Às 10h55, o dólar subia 1,96%, a R$ 3,2236 na venda, após subir em oito das últimas nove sessões e acumular alta de mais de 10% desde o início do mês. Na máxima do dia, atingiu R$ 3,2279, alta de 2,10%.
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Casas de câmbio
O dólar que é vendido para os turistas está ainda mais alto. A reportagem do R7 apurou que as casas de câmbio de São Paulo já cobram até R$ 3,60 pela moeda americana, já com a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Esse é o valor cobrado pela Cotação para o dólar no cartão pré-pago. Já a moeda em espécie custa R$ 3,43. A Confidence Câmbio cobra R$ 3,59 no cartão pré-pago e R$ 3,42 em espécie.
Já a MoneyShop está vendendo a moeda americana no cartão pré-pago por R$ 3,57, já com o IOF incluído. E por R$ 3,38 pelo dólar em espécie.















