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Balança comercial começa novembro com saldo negativo de R$ 1,9 bilhão

Valor resulta de R$ 11 bilhões em exportações e R$ 12,7 bilhões em importações

Economia|Da Agência Brasil

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A média diária das exportações, que corresponde ao valor negociado por dia útil, somou R$ 2,1 bilhões
A média diária das exportações, que corresponde ao valor negociado por dia útil, somou R$ 2,1 bilhões

A balança comercial brasileira teve saldo negativo (exportações menores que importações) de R$ 1,9 bilhão (US$ 747 milhões) na primeira semana de novembro. O valor resulta de R$ 11 bilhões (US$ 4,219 bilhões) em exportações e R$ 12,7 bilhões (US$ 4,966 bilhões) em importações.

Com os dados divulgados nesta segunda-feira (10), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o saldo balança segue negativo e acumula perdas de R$ 6,7 bilhões (US$ 2,618 bilhões) no ano.


A média diária das exportações, que corresponde ao valor negociado por dia útil, somou R$ 2,1 bilhões (US$ 843,8 milhões) na semana passada, 19,1% inferior à registrada para novembro de 2013. Nas compras do Brasil no exterior, a média está em R$ 2,5 bilhões (US$ 993,2 milhões), 3,9% acima de novembro do ano passado.

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Balança comercial brasileira fechou setembro com o pior resultado para o mês desde 1998. Confira no vídeo abaixo:

A receita com as vendas externas diminuiu para as três categorias da pauta de exportações: itens básicos (19,5%), manufaturados (23,2%) e semimanufaturados (6,5%).


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No grupo dos itens básicos, diminuiu a receita auferida com minério de ferro, minério de cobre, fumo em folhas, farelo de soja e soja e milho em grão. Nos semiindustrializados, caíram os ganhos com ferro fundido, óleo de soja, açúcar e ferro e aço. Já nos manufaturados, recuaram as vendas de veículos de carga, automóveis de passageiros, tratores, máquinas para terraplenagem, óleos combustíveis, suco de laranja não congelado e aviões.


Do lado das importações, cresceram as aquisições de combustíveis e lubrificantes (32,2%), farmacêuticos (31,5%), adubos e fertilizantes (23,1%), aparelhos eletroeletrônicos (8,5%), plásticos (6,5%) e siderúrgicos (4,5%).

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