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Banco Central americano diz que melhora da economia dos EUA justifica redução de estímulos

Apenas um dos membros votou contra as decisões

Economia|Do R7

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O Banco Central americano anunciou nesta quarta-feira (18) que a economia dos Estados Unidos melhorou ao ponto que se justifica o começo do fim de seu programa de estímulos monetários. Ao término de sua última reunião do ano, o Comitê de Mercado Aberto do Banco declarou que reduzirá de R$ 198,9 bilhões a R$ 175,5 bilhões suas compras mensais de bônus do Tesouro e títulos hipotecários.

— À luz do progresso rumo ao emprego máximo e a melhoria do panorama nas condições do mercado de trabalho, o Comitê decidiu reduzir modestamente o ritmo de suas compras de ativos


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Apenas um dos membros votou contra estas decisões: o presidente do Banco Central de Boston, Eric Rosengren, que sustentou que a taxa de desemprego, atualmente em 7%, continua sendo alta demais e que o ritmo de inflação, de 1,2 % ao ano, está muito abaixo da meta do banco central.


O Fed, além disso, melhorou sua projeção do PIB (Produto Interno Bruto) para este ano, calculando que crescerá entre 2,2% e 2,3%, comparada com a previsão de um aumento entre 2% e 2,3% que fez em setembro. Nesse mês, o Fed tinha projetado que a inflação este ano estaria entre 1,2% e 1,3%, mas agora calcula que ficará entre 1,1% e 1,2%.

O banco central considera saudável um índice de inflação anual de 2%. Em relação ao desemprego, enquanto em setembro o Federal Reserve esperava um índice entre 7,1% e 7,3%, agora calcula que o ano terminará com uma taxa de desemprego de 7% a 7,1%.

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