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Bovespa fecha em alta pelo terceiro dia seguido

Índice avançou 0,55% com o mercado acompanhando processo de impeachment

Economia|Do R7

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Giro financeiro do dia foi de R$ 5,89 bilhõe
Giro financeiro do dia foi de R$ 5,89 bilhõe

A Bovespa teve sua terceira alta consecutiva nesta quinta-feira, com o mercado acompanhando discussões sobre o rito de impeachment no STF (Supremo Tribunal Federal) e ajustando-se ao avanço dos índices norte-americanos na véspera, quando a primeira alta do juro norte-americano em quase uma década foi interpretada como sinal de confiança na maior economia do mundo.

O Ibovespa subiu 0,55%, a 45.261 pontos, longe da alta de 2,7% registrada no melhor momento do dia. O giro financeiro foi de R$ 5,89 bilhões.


A elevação dos juros pelo Federal Reserve na véspera acabou impulsionando os mercados globais e a Bovespa pela manhã, com o banco central norte-americano destacando que o ciclo de aperto agora iniciado será "gradual".

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"Ficamos muito tempo falando de uma alta do juro, saiu a decisão esperada e não foi tão traumática", disse o gerente de renda variável da H.Commcor, Ariovaldo Santos.

Contudo, as bolsas norte-americanas tiveram nesta quinta-feira um dia negativo, após a alta da véspera, o que reduziu os ganhos da bolsa brasileira.


Enquanto isso, no noticiário doméstico, repercutiu a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, de contrariar a maioria das teses do governo da presidente Dilma Rousseff sobre a tramitação de um processo de impeachment. Ele considerou legítima a sessão da Câmara dos Deputados que elegeu chapa alternativa apoiada pela oposição para compor a comissão que analisará o impedimento.

Com isso, a expectativa de mudanças no campo político ajudou a impulsionar a Bovespa, segundo operadores. As discussões sobre o rito de impeachment continuam nesta quinta-feira no STF. Até o momento, cinco ministros discordaram e dois concordaram com Fachin, que em seu voto disse que o Senado não tem a prerrogativa de rejeitar a instauração de processo de impeachment contra a presidente após autorização da Câmara.

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