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Bovespa fecha em queda de 1,14% em dia de cautela

Principal índice da Bolsa paulista recuou pela terceira vez seguida e atingiu os 44.747 pontos

Economia|Do R7

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Volume financeiro do dia somou R$ 4,36 bilhões, enquanto a média diária de 2015 é de R$ 6,798 bilhões
Volume financeiro do dia somou R$ 4,36 bilhões, enquanto a média diária de 2015 é de R$ 6,798 bilhões

A bolsa paulista fechou em queda nesta segunda-feira (14), em um pregão com volume de negócios reduzido, reflexo da cautela dos investidores ante a pauta da semana e manutenção das incertezas no quadro político e fiscal no país.

O Ibovespa caiu 1,14%, a 44.747 pontos., na terceira queda consecutiva. O volume financeiro somou R$ 4,36 bilhões, enquanto a média diária de 2015 é de R$ 6,798 bilhões.


Para o Morgan Stanley, a falta de uma âncora fiscal segue pressionando as ações brasileiras. Em relatório, os estrategistas afirmaram preferir aguardar um melhor ponto de entrada, embora os níveis de preço estejam próximo a um patamar atrativo.

O estrategista de renda variável para Brasil do Itaú BBA, Lucas Tambellini, avalia que para bolsa retomar o fôlego as políticas fiscais precisam voltar a ganhar força, assim como a governabilidade precisa ser recuperada.


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Nesse contexto, as atenções se voltam para o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), na quarta-feira, quando deve analisar o rito que deve ser seguido no processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.


Incertezas atreladas ao processo estão entre os componentes volatilidade na Bovespa, de acordo com pesquisa Reuters, que apontou alta de cerca 10% do Ibovespa em 2016, para 50.000 pontos, abaixo do rendimento da taxa básica de juros de curto prazo, de 14,25%.

No cenário externo, os holofotes estão direcionados para a decisão de política monetária do Federal Reserve, também na quarta-feira, quando o banco central norte-americano deve elevar os juros pela primeira vez em quase uma década.


"Acreditamos que só um evento extremo pode parar o Fed", disse a corretora Brasil Plural, em nota a clientes.

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