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Bovespa fecha estável, com alta do setor de educação

Ibovespa encerrou o dia com oscilação positiva de 0,08%, a 51.280 pontos

Economia|Do R7

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Volume financeiro do pregão alcançou apenas cerca de R$ 5,17 bilhões, abaixo da média do mês de R$ 7,2 bilhões
Volume financeiro do pregão alcançou apenas cerca de R$ 5,17 bilhões, abaixo da média do mês de R$ 7,2 bilhões Luiz Prado

A Bovespa fechou o primeiro pregão da semana praticamente estável, com forte alta dos papéis de empresas de educação e da fabricante de cigarros Souza Cruz ofuscando queda das ações da Vale e da Petrobras, em nova sessão de giro financeiro reduzido.

Após ajustes, o Ibovespa encerrou a segunda-feira (23) com oscilação positiva de 0,08%, a 51.280 pontos. O volume financeiro alcançou apenas cerca de R$ 5,17 bilhões, abaixo da média do mês de R$ 7,2 bilhões.


Kroton e Estácio dispararam desde a abertura, após o Ministério da Educação publicar norma que define como válidas apenas para 2015 mudanças sobre regra de recompras mensais de créditos do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Analistas consideraram a notícia positiva, embora não exatamente uma surpresa e também não descartaram potenciais novas mudanças à frente. A sessão também marcou a reabertura do sistema do Fies para novas matrículas.


Souza Cruz encerrou em alta de 7,74%, depois que sua acionista controladora British American Tobacco afirmou avaliar uma oferta de aquisição das ações que não possui da empresa brasileira ao preço de R$ 26,75 por papel, um prêmio de 13% sobre o fechamento de sexta-feira.

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O gestor e sócio na Principia Capital Management Marcello Paixão avaliou que o preço ofertado parece barato em relação ao histórico de Souza Cruz. "Se confirmada a oferta, o mercado perde uma empresa extremamente rentável e com elevada governança", disse.

Também na ponta positiva, Sabesp fechou em alta de 2,69%, após a com a companhia de água e saneamento do Estado de São Paulo admitir possibilidade de pedir à agência reguladora do setor reequilíbrio tarifário.


O noticiário corporativo positivo, contudo, foi anulado pelo declínio expressivo dos papéis da Vale, com as preferenciais da fechando em queda de cerca de 4%.

Em nota a clientes logo cedo, o analista Marco Aurélio Barbosa, da CM Capital Markets, disse que o mercado aguarda o fim do feriado de ano novo Chinês para analisar números da economia asiática que apontam "para um lento, mas consistente processo de desaceleração que tem forte impacto sobre o preço das já combalidas commodities".

Petrobras também pesou, com as preferenciais da estatal terminando a segunda-feira em queda de 1,9%, em sessão de baixa dos preços do petróleo no mercado externo.

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