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Brasil cria 110 mil vagas formais no melhor agosto desde 2013, diz Caged

Saldo positivo do indicador foi fruto de 1.353.422 contratações e de 1.242.991 demissões com carteira assinada

Economia|Alexandre Garcia, do R7

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Brasil já criou 568.551 vagas formais em 2018
Brasil já criou 568.551 vagas formais em 2018

O Brasil criou 110.431 vagas de trabalho com carteira assinada ao longo do mês de agosto. Os dados, revelados nesta sexta-feira (21), pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), apontam para o melhor mês de agosto dos últimos cinco anos.

A divulgação oficial do resultado surge um dia após o presidente Michel Temer antecipar em uma rede social a abertura de “mais de 100 mil empregos com carteira assinada”. De acordo com o presidente, o indicador “prova que o Brasil está no rumo certo”.

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O resultado positivo, revelado pelo Ministério do Trabalho, foi fruto de 1.353.422 admissões e de 1.242.991 desligamentos no mês passado. No acumulado do ano, o Caged aponta para a geração de 568.551 vagas formais.

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Na comparação com o mesmo período de anos anteriores, o saldo foi o melhor para agosto desde 2013, quando foram criados 127.648 postos de trabalho com carteira assinada.

Setores

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Na análise por setores, sete das oito áreas produtivas contrataram mais do que demitiram no mês passado. Os melhores desempenhos do mês foram apresentados pelos segmentos de serviços (+66.256 postos), Comércio (17.859), Indústria de Transformação (15.764) e Construção Civil (11.800).

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Já os segmentos de Serviços Utilidade Pública, Extrativa Mineral e Administração Pública responderam pela criação de, respectivamente, 1.240, 467 e 394 postos de trabalho com carteira assinada.

Por outro lado, a Agropecuária foi o único setor que fecho o mês de agosto com queda no nível de emprego. De acordo com o levantamento, as demissões da área superaram as contratações em 3.349 postos.

Salário

O levantamento afirma que o salário médio de admissão dos trabalhadores em agosto foi de R$ 1.541,53. Ao mesmo tempo, a remuneração média de desligamento aparece em R$ 1.700,80.

Na comparação com o mesmo período de 2017, registrou-se perda real de R$ 1,50 para o ganho médio no momento da admissão e perda real de R$ 63,56 para o salário de desligamento.

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