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Brasil perde quase meio milhão de postos de trabalho, mas diferença entre contratações e demissões diminui 

1,78 milhão de vagas foram cortadas nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho 

Economia|Do R7

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Agricultura teve resultado positivo com criação de 43 mil vagas
Agricultura teve resultado positivo com criação de 43 mil vagas

Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta sexta-feira (24) mostram que de janeiro a maio o País teve corte de 448.011 postos de trabalho com carteira assinada. Nos últimos 12 meses, foram 1,78 milhão de vagas cortadas, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

Apesar do número negativo, o saldo entre contratações e demissões foi o segundo melhor dos últimos 12 meses: corte de 72.615 empregos formais.


O setor de serviços foi o que mais fechou postos de trabalho em maio. Foram extintas 36.960 vagas no mês passado. O comércio fechou 28.885 vagas, a construção civil 28.740 e a indústria de transformação 21.162. Houve ainda cortes na indústria extrativa mineral (-1.195) e nos serviços industriais de utilidade pública (-181).

Por outro lado, a agricultura ampliou a sua mão de obra com 43.117 novos postos, segundo o Caged. Além dela, apenas a administração pública abriu novas vagas, com contratação líquida de 1.391 pessoas.

Cinco Estados tiveram mais contratações do que demissões: Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Acre. Nos demais, houve corte de vagas, sendo Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo os Estados que mais tiveram fechamento de postos formais.

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