Cerveja e refrigerante devem ficar mais caros com a nova tributação
Preço das bebidas frias, que incluem energéticos, isotônicos e refresco, pode aumentar 1,3%
Economia|Do R7

A Receita Federal divulgou na última terça-feira (29) uma mudança na tabela de tributação sobre bebidas frias — categoria que inclui cervejas, refrigerantes, energéticos, isotônicos e refrescos —, com um impacto médio estimado em 1,3% no preço final dos produtos.
As novas alíquotas foram publicadas nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial, em portaria do Ministério da Fazenda.
Segundo a Receita, a medida, que irá vigorar a partir de 1º de junho, busca reestabelecer o equilíbrio na relação entre tributos cobrados e preços praticados, diante do avanço dos valores cobrados ao consumidor nos últimos anos. A última mudança na tabela havia sido feita em maio de 2012.
Bebidas frias terão aumento de impostos em 1º de junho
Em nota, o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, disse que esperar que o consumidor não arque com o custo adicional e acrescentou que o impacto na arrecadação será de R$ 1,5 bilhão entre junho e dezembro deste ano.
— O setor poderá absorver isso e pode não haver impacto algum para o consumidor final. É o que esperamos.
No início deste mês, o governo já havia anunciado uma elevação dos impostos sobre bebidas frias, com atualização no redutor que define a tributação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do Pis/Cofins, num movimento para gerar R$ 200 milhões em receita extra.
A despeito do ajuste, a Ambev, maior empresa de bebidas do país, anunciou pouco tempo depois que não aumentaria o preço das suas cervejas até o final da Copa do Mundo, em meados de julho. A companhia não estava imediatamente disponível para comentar o mais recente anúncio da Receita.
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