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Confiança de serviços tem terceiro recuo consecutivo em novembro

A percepção da situação atual melhorou, mas a expectativa futura piorou

Economia|Do R7

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A proporção de empresas avaliando a demanda como forte aumentou de 11,9% para 12,3%
A proporção de empresas avaliando a demanda como forte aumentou de 11,9% para 12,3%

O ICS (Índice de Confiança de Serviços) registrou, pelo terceiro mês consecutivo, ligeira redução frente ao mês anterior (-0,2%), atingindo 115,9 pontos, de acordo com a FVG (Fundação Getulio Vargas).

A evolução do indicador em novembro foi influenciada por comportamentos distintos dos seus componentes. Enquanto a percepção sobre a situação atual melhorou pelo segundo mês consecutivo (alta de +1,2% no ISA-S), as expectativas das empresas em relação aos meses seguintes pioraram (recuo de 1,3% no IE-S, também pelo segundo mês consecutivo).


O aumento do ISA-S entre outubro e novembro refletiu o avanço de 3,3% do indicador que avalia o Volume de demanda atual. A proporção de empresas avaliando a demanda como forte aumentou de 11,9% para 12,3%, enquanto a parcela das que a consideram fraca caiu de 23,8% para 21,3%. Em contraste, o quesito situação atual dos negócios recuou 0,6%.

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O recuo do IE-S entre outubro e novembro foi influenciado pela queda em ambos os quesitos que o compõem: Tendência dos negócios (-2,0%) e Demanda prevista (-0,5%). A proporção de empresas que esperam melhora na tendência dos negócios passou de 42,2% para 38,2%, enquanto a das que esperam piora passou de 7,2% para 5,9%.

A proporção de empresas prevendo aumento da demanda no futuro próximo diminuiu de 42,6% para 40,3%, enquanto a parcela daquelas prevendo demanda menor passou de 9,3% para 7,6%.


Em síntese, o novo declínio do ICS (-0,2%) em novembro, embora suave, confirma o padrão de volatilidade na percepção das empresas do setor, expressa pelo aumento da satisfação com o momento presente, ao mesmo tempo em que as expectativas para os próximos meses se tornaram menos otimistas.

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