Desemprego avança em julho e tem a maior variação em mais de uma década
Trabalhadores mais afetados são os que ganham até R$ 2.100 e os que ganham mais de R$ 9.600
Economia|Do R7

O desemprego no País apresentou um crescimento de 7,2% entre junho e julho, considerando-se dados já ajustados sazonalmente.
Os dados do ICD (Indicador Coincidente de Desemprego), divulgados nesta segunda-feira (12) pela FGV (Fundação Getulio Vargas), registram a maior variação positiva da série, iniciada em novembro de 2005.
A piora na avaliação do consumidor a respeito do mercado de trabalho nas sete capitais pesquisadas sinaliza uma possível elevação da taxa de desemprego no mês.
Indicador de emprego tem pior queda desde novembro de 2008
O ICD é construído a partir dos dados desagregados — em quatro classes de renda familiar — da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho.
As classes que mais contribuíram para a alta do ICD em julho foram as duas extremas: de um lado, os consumidores com renda familiar até R$ 2.100, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 11,5%; do outro, a dos que possuem renda familiar superior a R$ 9.600, com variação de 7,5%.
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