Logo R7.com
RecordPlus

Desemprego sobe e salário médio do brasileiro cai para R$ 1.889

No 3º trimestre de 2015, o País tinha 9,0 milhões de pessoas sem qualquer tipo de trabalho

Economia|Do R7

  • Google News
A Bahia mostrou a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina (4,4%), a menor
A Bahia mostrou a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina (4,4%), a menor

O desemprego voltou a subir no terceiro trimestre deste ano e chegou a 8,9%, de acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgada nesta terça-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Foi a maior taxa da série iniciada em 2012.

Houve um aumento tanto em relação ao segundo trimestre deste ano (8,3%) quanto frente ao terceiro trimestre de 2014 (6,8%). Em relação ao mesmo trimestre de 2014, a taxa subiu em todas as regiões: Norte (de 6,9% para 8,8%), Nordeste (de 8,6% para 10,8%), Sudeste (de 6,9% para 9,0%), Sul (de 4,2% para 6,0%) e Centro-Oeste (de 5,4% para 7,5%).


Leia mais sobre Economia e ajuste suas contas

R7 Play: assista à Record onde e quando quiser


A Bahia mostrou a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina (4,4%), a menor. Entre as 27 capitais, Salvador tinha a maior taxa (16,1%) e Rio de Janeiro (5,1%) a menor. Entre as 21 regiões metropolitanas investigadas, Salvador (17,0%) tinha a maior taxa de desocupação e Curitiba (5,7%) a menor.

A população desocupada no Brasil chegava a 9 milhões de pessoas e aumentou em ambas as comparações: 7,5% em relação ao trimestre anterior e 33,9% em relação ao mesmo trimestre de 2015. Esse foi o maior crescimento da população desocupada, na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, na série da PNAD Contínua.


Renda

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.889) caiu (-1,2%) em relação ao segundo trimestre de 2015 (R$ 1.913) e ficou estável (0,0%) em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 1.890).


Entre as grandes regiões, o Sudeste (R$ 2.189) mostrou o maior rendimento médio e o Nordeste (R$ 1.284), o menor. Entre as Unidades Federativas, o Distrito Federal (R$ 3.512) tinha o maior rendimento médio e o Maranhão (R$ 993), o menor.

Nas capitais, Vitória (R$ 3.782) tem o maior rendimento e São Luís (R$ 1.519), o menor. Entre as regiões metropolitanas, São Paulo (R$ 2.920) lidera e a Grande São Luís (R$ 1.388) mostrou o menor rendimento médio.

Trabalhadores

A população ocupada (92,1 milhões de pessoas) do País ficou estatisticamente estável em ambas as comparações. Cerca de 35,4 milhões de pessoas tinham carteira de trabalho assinada no setor privado, no Brasil. Esse contingente recuou no trimestre (-1,4%) e no ano (-3,4%).

A massa de rendimento real habitual (R$ 168,6 milhões) recuou (-1,2%) em relação ao trimestre anterior (R$ 170,7 milhões) e manteve-se estatisticamente estável (-0,1%) em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 168,8 milhões).

População desocupada

No terceiro trimestre deste ano, as mulheres representavam 51,2% da população desocupada. O percentual de mulheres na população desocupada foi superior ao de homens em quase todas as regiões. A exceção foi o Nordeste, onde elas representavam 48,9% dos desocupados.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.