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Dilma diz que recuperação da economia começará no final do ano

Economia|Do R7

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São Paulo, 10 mar (EFE).- A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que a economia do país sairá de sua estagnação e dará seus primeiros sinais de recuperação no final deste ano. "Estamos fazendo todo o esforço para que no final deste ano os sinais de recuperação comecem a reaparecer", afirmou a presidente em discurso durante a inauguração do Salão Internacional da Construção Civil, em São Paulo. Dilma ressaltou que os fundamentos da economia brasileira são "sólidos" e assegurou que os problemas que o país atravessa são "estritamente conjunturais". As contas públicas do país estão negativas, com um grande déficit fiscal e um crescente desequilíbrio na balança comercial. Além disso, a inflação subiu para 7,7%, maior nível em dez anos. Para corrigir estes problemas, o governo lançou uma série de medidas de austeridade, que incluem o controle de despesas, o aumento de impostos, o encarecimento do crédito e o corte de determinados direitos trabalhistas, o que foi criticado tanto pelos sindicatos e setores da esquerda como pela oposição. A presidente voltou a defender hoje a necessidade destas "correções", que segundo ela fomentarão a recuperação, a criação de emprego e a consolidação das bases para um modelo econômico "mais competitivo". Dilma negou que os ajustes irão afetar os programas sociais e de infraestrutura "mais importantes" do governo, e reiterou seu compromisso de impulsionar uma nova fase do programa Minha Casa, Minha Vida. Nos cinco primeiros anos do programa, foram entregues 2,080 milhões de casas, e o governo pretende contratar mais três milhões de unidades até 2018, segundo Dilma. Além disso, a presidente anunciou que durante o mês de março o governo publicará um novo programa de concessões de aeroportos, portos e hidrovias, e convocou o setor privado a investir no país. Antes de seu discurso, Dilma atravessou a feira de construção e foi vaiada por um grupo de pessoas que trabalhava no Centro de Convenções do Anhembi. EFE mp/dk (foto)(vídeo)

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