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Dívida Pública Federal cresce em março e atinge R$ 2,44 trilhões

Em fevereiro, o estoque que soma a dívida interna e a externa estava em R$ 2,329 trilhão

Economia|Do R7

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A dívida interna brasileira fechou março em R$ 2,316 trilhões, e a externa, em R$ 124,72 bilhões
A dívida interna brasileira fechou março em R$ 2,316 trilhões, e a externa, em R$ 124,72 bilhões

O estoque da DPF (Dívida Pública Federal) cresceu 4,79% em março, atingindo R$ 2,441 trilhões, informou o Tesouro Nacional, nesta segunda-feira (27). Em fevereiro, o estoque estava em R$ 2,329 trilhão. A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 41,39 bilhões no mês passado. A DPF inclui a dívida interna e externa.

A DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal interna) cresceu 4,66% e fechou o mês em R$ 2,316 trilhões. Já a DPFe (Dívida Pública Federal externa) ficou 7,27% maior, somando R$ 124,72 bilhões em março.


A parcela de títulos prefixados na DPF cresceu 39,71% em fevereiro para 41,08% em março. Já os papéis atrelados à Selic diminuíram a fatia, de 20,01% para 19,13%, no período. Os títulos remunerados pela inflação caíram para 34,62% do estoque da DPF em março, ante 35,25% em fevereiro. Os papéis cambiais elevaram a participação na DPF de 5,02% para 5,18%.

Todos os papéis estão dentro das metas do PAF (Plano Anual de Financiamento). O intervalo do objetivo perseguido pelo Tesouro para os títulos prefixados em 2015 é de 40% a 44%, enquanto para os papéis remunerados pela Selic vai de 17% a 22%. No caso dos que têm índices de preço como referência, a meta é de 33% a 37% e, no de câmbio, de 4% a 6%.


Estrangeiros

A fatia dos investidores estrangeiros na dívida pública ficou praticamente estável em março em relação a fevereiro. A participação dos investidores no Brasil no estoque da DPMFi passou de 20,28% para 20,27% em março, somando R$ 469,61 bilhões. Em fevereiro, o estoque estava em R$ 448,95 bilhões.

A categoria das instituições financeiras teve queda na participação do estoque da DPMFi de 27,75% em janeiro para 27,39% em março. Os fundos de investimentos reduziram a fatia de 20,37% para 19,80%. Já a participação das seguradores passou de 3,98% para 3,97%.

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