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Dolár continua trajetória de alta e é cotado em R$ 2,30

A moeda americana abriu o pregão a R$ 2,2984

Economia|Do R7

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BC fez mais um leilão para tentar conter a alta do dólar
BC fez mais um leilão para tentar conter a alta do dólar

O dólar continua, nesta sexta-feira (2), a trajetória de alta vista ao longo da semana. A moeda americana abriu o pregão a R$ 2,2984 para compra e R$ 2,299 para a venda.

Por volta das 11h, de acordo com o BC (Banco Central), o câmbio chegou a R$ 2,3004 para compra e R$ 2,301 para venda.


O BC fez mais um leilão equivalente à venda de dólares no mercado futuro (swap cambial). Foram ofertados 40 mil contratos com duas datas de vencimento.

Para o vencimento em 1º de novembro de 2013, foram negociados 13,1 mil contratos, no valor total de US$ 653,5 milhões. Outros 22 mil contratos, no total de US$ 1,095 bilhão, têm vencimento em 2 de dezembro deste ano.


Na quinta-feira (1º), sem atuações do BC, o dólar fechou acima de R$ 2,30 pela primeira vez em mais de quatro anos. A cotação não era ultrapassada desde 31 de março de 2009, quando a moeda norte-americana atingiu R$ 2,319. O dólar encerrou o dia cotado a R$ 2,302, com alta de 0,85% em relação ao valor de quarta-feira.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta instabilidade por causa da perspectiva de o Federal Reserve (Fed, banco central americano) reduzir os estímulos monetários para a economia norte-americana.


Após reunião, no último dia 31, o Fed informou que a economia dos Estados Unidos ainda precisa de suporte, sinalizando que não haveria uma retirada imediata do apoio. No entanto, dados positivos sobre a indústria norte-americana voltaram a assustar os investidores quanto ao fim do auxílio hoje.

Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou o comportamento do câmbio. Na avaliação do ministro, a volatilidade continuará até que o Fed comece efetivamente a desativar os estímulos.

— O câmbio tem sido volátil por causa do anúncio do Fed de que vai mudar a política. Quando há notícia boa nos Estados Unidos, o mercado deduz que o banco vai acelerar a retirada dos estímulos monetários. Isso já dura mais de um mês e nós agimos para reduzir essa volatilidade.

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