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Dólar fecha a R$ 5,13, e Ibovespa tem 8º queda seguida antes de decisão sobre juros

Moeda norte-americana fechou no maior patamar para encerramento desde 12 de maio; Bolsa atinge 101.905,95 pontos 

Economia|Do R7

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O dólar avançou pelo sétimo pregão seguido
O dólar avançou pelo sétimo pregão seguido

O dólar avançou pelo sétimo pregão seguido e renovou máxima em um mês contra o real nesta terça-feira (14), acompanhando o salto da moeda norte-americana no exterior para os maiores patamares em duas décadas, um dia antes de o que pode vir a ser o maior aumento de juros nos Estados Unidos em 28 anos.

A moeda norte-americana à vista avançou 0,43%, a R$ 5,1341, maior patamar para encerramento desde 12 de maio (R$ 5,1424), depois de oscilar entre R$ 5,0868 na cotação mínima (-0,49%) e R$ 5,1525 na máxima da sessão (+0,79%).


Com esse desempenho, a divisa norte-americana reduziu as perdas acumuladas no ano para 7,9%, ficando 11,4% acima da mínima para fechamento de 2022, de R$ 4,6075, atingida no início de abril.

Na B3, às 17h05 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,21%, a R$ 5,1550.


Já o Ibovespa fechou sem fôlego para reagir mesmo após sete sessões seguidas de queda, com agentes financeiros preferindo cautela antes de decisão de política monetária nos Estados Unidos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro caiu 0,67%, 101.905,95 pontos, de acordo com dados preliminares, engatando uma sequência de oito pregões de baixa - maior série de perdas desde setembro de 2015, quando também registrou oito quedas seguidas.

O volume financeiro nesta sessão somava R$ 22 bilhões.

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