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Economia brasileira cresce 0,1% em outubro, mostra prévia da FGV

Resultado figura no campo positivo com avanço de 5,7% do consumo das famílias, puxado pelo crescimento dos serviços

Economia|Do R7

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Prévia mostra que PIB acumulado até outubro foi de R$ 8,2 trilhões
Prévia mostra que PIB acumulado até outubro foi de R$ 8,2 trilhões

A atividade econômica brasileira avançou 0,1% em outubro, na comparação a setembro, de acordo com dados do Monitor do PIB (Produto Interno Bruto), divulgado nesta sexta-feira (16) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Em termos monetários, a prévia do PIB estima que o acumulado da soma de todos os bens e serviços finais produzidos até outubro de 2022, em valores correntes, foi de R$ 8,2 trilhões.


Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, explica que a estabilidade da atividade econômica em outubro deve-se, principalmente, ao bom desempenho do setor de serviços e do consumo.

"Destaca-se que após dois recuos consecutivos da atividade econômica, o crescimento de 0,1% é considerado modesto, porém não deixa de mostrar que a economia ainda dá indícios de crescimento apesar da maior influência do aperto monetário causado pelos altos juros", afirma.


No trimestre encerrado em outubro, o consumo das famílias cresceu 5,7%, com o reflexo da contribuição positiva do consumo de produtos não duráveis segue aumentando desde o segundo trimestre.

De acordo com o monitor, o principal motor do crescimento do consumo segue sendo os serviços. Após ter apresentado por mais de um ano de queda, o consumo de produtos duráveis cresceu no trimestre móvel findo em outubro.


Balança comercial

A exportação de bens e serviços cresceu 11,4% no trimestre móvel findo em outubro. A exceção da exportação de produtos da extrativa mineral nota-se que todos os demais segmentos, contribuíram positivamente para este crescimento.

Já a importação de bens e serviços cresceu 11,9% no trimestre móvel findo em outubro. As maiores contribuições para este crescimento foram: a importação de serviços (+5,6 pontos percentuais), de bens intermediários (+4,7 pontos percentuais) e de bens de capital (+2,9 pontos percentuais).

Os demais segmentos da importação retraíram, porém em pequena magnitude, o que explica a pouca contribuição na redução do crescimento das importações.

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