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Economia brasileira cresce 1,1% no 1º trimestre e chega a R$ 3,3 trilhões

Resultado mostra aceleração frente aos últimos três meses do ano passado e a maior variação desde a divulgação de maio de 2025

Economia|Do R7, em Brasília

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  • A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026, totalizando R$ 3,3 trilhões.
  • A agropecuária liderou o crescimento setorial com 2%, seguida pela indústria (1%) e serviços (0,5%).
  • Indústrias extrativas e de construção cresceram 3,6% e 2,9%, respectivamente, enquanto a transformação permaneceu estável.
  • Houve queda nas atividades de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos (-0,3%), e nos setores de transporte e finanças.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agropecuária se destacou, com crescimento de 2%; depois, apareceram indústria (1%) e serviços (0,5%) Tânia Rêgo/Agência Brasil – Arquivo

A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos últimos três meses do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado mostra uma aceleração frente ao quarto trimestre de 2025, quando a variação foi de 0,3%. Além disso, a alta de 1,1% foi a maior desde os primeiros três meses do ano passado (1,3%, com ajuste sazonal).


O resultado se alinhou com as projeções do mercado financeiro e, em valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,3 trilhões: R$ 2,8 trilhões, dos quais referentes ao valor adicionado a preços básicos, e R$ 461,2 bilhões, aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país e funciona como um dos principais termômetros da atividade econômica brasileira.


Evolução do PIB trimestre a trimestre
Evolução do PIB trimestre a trimestre Arte/R7

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Dados por setor

Em relação aos setores, a agropecuária se destacou, com crescimento de 2%. Na sequência, aparecem indústria (1%) e serviços (0,5%).

As atividades industriais, que correspondem a aproximadamente 23% do valor adicionado, voltadas à área extrativa mineral e à construção, cresceram 3,6% e 2,9%, respectivamente.


Enquanto isso, a de transformação manteve estabilidade (0,1%). Houve queda nos ramos de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos (-0,3%).

Entre as atividades de serviços, que têm peso de aproximadamente 70% na economia do país, houve crescimento frente ao quarto trimestre do ano passado nas áreas de: informação e comunicação (2,4%); imobiliárias (1,2%); outras atividades de serviços (0,8%); comércio (0,6%); e administração, defesa, saúde e educação públicas, além de seguridade social (0,4%).


Por outro lado, caíram nos ramos de transporte, armazenagem e correio (-0,7%) e de atividades financeiras, seguros e serviços relacionados (-0,6%).

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