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‘Prévia do PIB’ cai 0,7% em março, mas acumula alta de 1,8% em 12 meses, diz BC

No período, todos os segmentos registraram queda, com maior destaque para o setor de serviços, que teve um recuo de 0,8%

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A economia brasileira registrou uma queda de 0,7% em março, segundo o Banco Central.
  • Todos os setores da economia tiveram recuo, com destaque para serviços, que caiu 0,8%.
  • O IBC-Br mostrou um crescimento de 1,3% em comparação ao trimestre anterior, encerrado em dezembro de 2025.
  • O índice auxilia o Banco Central na tomada de decisões sobre a Selic, atualmente em 14,5% ao ano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Resultado oficial será divulgado no dia 29 de maio CNI/José Paulo Lacerda

A economia brasileira pode ter uma queda total de 0,7% em março, segundo as estimativas do BC (Banco Central) divulgadas nesta segunda-feira (18), por meio da “prévia do PIB (Produto Interno Bruto)”. Entretanto, o indicador mostrou um avanço de 1,8% nos últimos 12 meses.

Os números fazem parte do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), conhecido por antecipar os números do PIB — a soma de todos os bens produzidos no país. No entanto, o resultado oficial só será divulgado em 29 de maio, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Desde o ano passado, o BC divulga as variações do IBC-Br por setor da economia. Em março, por exemplo, todos os segmentos registraram queda. O maior impacto foi no setor de serviços, que recuou 0,8%. Na sequência, aparecem a agropecuária e a indústria, com variações iguais de 0,2%.

Segundo o BC, o indicador teve um crescimento de 1,3% nas atividades na comparação com o trimestre encerrado em dezembro de 2025. A pesquisa mostra, ainda, que, sem a agropecuária, o indicador recuou 0,9% no mês.


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Atividade econômica e taxa de juros

Os dados do IBC-Br são coletados de uma base similar à do IBGE. O índice do Banco Central mostra o nível de atividade dos setores da economia — agropecuária, indústria, comércio e serviços — e do volume de impostos arrecadados no país.

O índice também apresenta detalhes sobre a evolução da atividade econômica e ajuda o BC a tomar decisões sobre a Selic — a taxa básica de juros no Brasil, definida atualmente em 14,5% ao ano.


A Selic é o principal meio para a instituição financeira garantir o alcance da meta definida para a inflação. Quando o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central aumenta a taxa básica de juros, por exemplo, a finalidade é conter uma demanda aquecida.

A medida causa reflexos nos preços, faz o crédito encarecer e estimula a poupança por parte da população. Contudo, ao mesmo tempo em que taxas de juros mais altas ajudam a reduzir a inflação, elas podem dificultar a expansão da economia.

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