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Economia vive de 2014 a 2016 o pior triênio de sua história, diz Fiesp

José Roriz Coelho afirmou que carga tributária chegou ao limite e não pode ser aumentada

Economia|Do R7

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Diretor do Decomtec da Fiesp afirma que não deve haver alteração nas estruturas de gastos em um período de dez anos
Diretor do Decomtec da Fiesp afirma que não deve haver alteração nas estruturas de gastos em um período de dez anos

Nesta segunda-feira (19), o diretor do Decomtec (Departamento de Competitividade e Tecnologia) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), José Roriz Coelho, disse que a economia brasileira vive o pior triênio de sua história no período de 2014 a 2016. A declaração foi dada durante palestra de abertura do seminário "Perspectivas para a Economia Brasileira nos Próximos Anos", realizado na sede da entidade.

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De acordo com ele, a crise do período é decorrente do descontrole fiscal, que levou ao aumento da taxa de juros, escalada da dívida, inflação elevada e desemprego.

— De 2001 a 2015, as despesas do governo cresceram três vezes mais que o PIB. A carga tributária chegou a seu limite e não há mais como aumentar impostos. 


Para ele, o que se espera para os próximos dez anos é que não haja alteração na estrutura do gasto.

— Mesmo com aumento da carga tributária para 44,5% do PIB, o resultado primário seria negativo em 0,1%, o juro real subiria a 10% e a dívida pública chegaria em 167%. Se isso acontecesse, entraríamos em recuperação judicial. 

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