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Emprego na indústria recua em julho, mostra IBGE

Com o resultado, índice registrou a 4ª taxa negativa seguida em relação ao mês anterior

Economia|Do R7

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Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o emprego industrial o 34º resultado negativo seguido
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o emprego industrial o 34º resultado negativo seguido

O número de trabalhadores empregados na indústria recuou 0,7% em junho na comparação com junho. Os números, divulgados nesta quarta-feira (10), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), registram a quarta taxa negativa seguida nesse tipo de comparação.

Na comparação com julho de 2013, o emprego industrial caiu 3,6% e registrou o 34º resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais intenso desde novembro de 2009 (-3,7%). Com isso, o índice acumulado no ano também recuou (-2,6%) e o acumulado nos últimos doze meses (-2,2%) também manteve a trajetória descendente, iniciada em setembro do ano passado (-1,0%).


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Na comparação com igual mês do ano anterior, o emprego industrial recuou nos 14 locais pesquisados. O principal impacto negativo veio de São Paulo (-5,1%), pressionado em grande parte pela redução do pessoal ocupado em 16 das 18 atividades.


Horas pagas

Em julho, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria recuou 0,3% e teve a terceira queda seguida, acumulando nesse período perda de 2,4%. Em relação a julho de 2013, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria (-4,2%) mostrou a 14ª taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto e a mais intensa desde outubro de 2009 (-5,3%).


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O índice acumulado dos sete meses de 2014 também recuou (-3,1%) e o acumulado dos últimos doze meses passou de -2,3% em junho para -2,6% em julho de 2014, mantendo a trajetória descendente iniciada em setembro de 2013.


Folha de pagamento

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria também apresentou queda e mostrou o segundo resultado negativo consecutivo na comparação com o mês anterior.

Em relação a julho de 2013, o valor da folha de pagamento real recuou 3,4%. O índice acumulado no ano subiu 0,6%, mas ficou abaixo do verificado em junho (1,3%).

Na comparação com igual mês do ano anterior, o valor da folha de pagamento real recuou em 12 dos 14 locais investigados. A principal influência negativa foi assinalada também por São Paulo (-4,2%), pressionado, em grande parte, pela queda no valor da folha de pagamento real nos setores de meios de transporte (-5,4%), alimentos e bebidas (-7,2%) e produtos de metal (-12,0%).

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