FGV espera queda de 5,2% na economia brasileira no trimestre até novembro de 2015
Fundação passará a divulgar dados mensalmente e terá como base mesmas fontes do IBGE
Economia|Do R7

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, soma de todas as riquezas produzidas pelo País, encolheu 5,2% no trimestre até novembro de 2015 em relação a igual período de 2014, estima o Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas). Os dados foram revelados na manhã desta quinta-feira (21) na divulgação inaugural do monitor do PIB — indicador que pretende antecipar a tendência do principal indicador da economia, calculado oficialmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Apenas no mês de novembro, o PIB recuou 5,3% em relação a igual período de 2014, apontou o monitor. Com o resultado, a atividade econômica brasileira caiu 3,2% em 12 meses até novembro de 2015.
Desenvolvido ao longo de três anos, o monitor do PIB foi anunciado em primeira mão pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, em dezembro de 2013 e continuou sendo divulgado com exclusividade até a inclusão do indicador no calendário oficial do Ibre/FGV a partir de janeiro de 2016.
Agora, os resultados do monitor sempre serão revelados na segunda quinzena de cada mês, às 8h do dia determinado.
Leia mais sobre Economia e ajuste suas contas
R7 Play: assista à Record onde e quando quiser
O Monitor do PIB é um indicador de volume que estima as Contas Nacionais brasileiras de acordo com as mesmas fontes de informação e metodologia empregadas pelo IBGE, responsável pelas estatísticas oficiais do PIB. As informações são disponibilizadas mensalmente para 12 atividades econômicas e cinco componentes da demanda em dados com e sem ajuste sazonal.
O projeto do Monitor é coordenado pelo pesquisador associado do Ibre/FGV Claudio Considera, que chefiou a equipe de Contas Nacionais do IBGE entre 1986 e 1992. A equipe técnica ainda é formada pelas economistas Maria Alice Veloso, também oriunda da equipe de Contas Nacionais do IBGE, e Juliana Carvalho da Cunha.














