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Frutas, metrô e livro didático estão entre os itens que puxam prévia da inflação em janeiro

Divulgado nesta sexta, IPCA-15 perdeu ritmo e ficou em 0,31%, influenciado também pela variação de 0,77% dos planos de saúde

Economia|Do R7, em Brasília

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IPCA-15 ficou em 0,31 em janeiro
IPCA-15 ficou em 0,31 em janeiro ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO - 29.12.2023

A prévia da inflação oficial do país perdeu força em janeiro, mas não aliviou o bolso do consumidor. Os grupos dos alimentos e bebidas (1,53%) e gastos com saúde (0,56%) foram os que mais puxaram os preços para cima. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) registrou uma alta de 4,47%.

Veja abaixo a lista com os itens que impactaram a taxa:


O resultado deste mês foi influenciado pelo aumento nos preços de alimentos e bebidas, que subiram 1,53%. O item que ficou mais pesado no bolso do brasileiro em janeiro foi o maracujá (28,6%), seguido pela batata-inglesa (25,95%). Terceira colocada da lista, a cenoura ficou 21,11% mais cara. Também contribuíram para este cenário as altas dos feijões fradinho (14,72%) e rajado (14,46%).

Maracujá foi o item que mais aumentou no mês
Maracujá foi o item que mais aumentou no mês Reprodução

Os gastos com saúde também tiveram elevação em janeiro, com alta de 0,56%, resultado influenciado principalmente pelo aumento do plano de saúde (0,77%). Em seguida, o grupo habitação registrou alta de 0,33%, puxado pelo aumento da taxa de água e esgoto (0,56%) e do gás encanado (1,01%).


Quedas

Por outro lado, houve queda nos preços dos transportes, que ficaram 1,13% mais baratos. A passagem aérea foi o subitem com maior impacto individual no índice deste mês (-15,24%). No ano passado, os bilhetes aéreos haviam puxado a inflação para cima, com alta de 47,24% entre janeiro e dezembro de 2023.

Em relação aos combustíveis (-0,63%), houve recuo nos preços do etanol (-2,23%), do óleo diesel (-1,72%) e da gasolina (-0,43%), enquanto o gás veicular (2,34%) registrou alta.

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