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Inflação do aluguel desacelera alta na 2ª prévia de novembro

As matérias-primas brutas tiveram grande influência nesse resultado, em especial a soja

Economia|Do R7

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O principal indicador que compõe a inflação do aluguel teve um recuo de 2,63% na primeira leitura para 1,88% na segunda
O principal indicador que compõe a inflação do aluguel teve um recuo de 2,63% na primeira leitura para 1,88% na segunda

A inflação do aluguel, medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) subiu 1,45% na segunda prévia de novembro, após avançar 1,86% no mesmo período de setembro, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (19). O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

O IGP-M é a média aritmética ponderada de três outros índices de preços: IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), com 60%; IPC (Índice de Preços ao Consumidor), com 30%; e INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), com 10%.


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O IPA apresentou variação de 1,88%, no segundo decêndio de novembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 2,63%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 1,65% para 2,75%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -2,33% para 10,32%.

A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 2,18%, em outubro, para 1,76%, em novembro. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 2,98% para 2,02%.


O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 1,01%. No mês anterior, a taxa foi de 4,37%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (7,12% para -0,01%), minério de ferro (5,46% para -1,43%) e milho (em grão) (12,82% para 2,65%). Em sentido oposto, destacam-se: mandioca (aipim) (-1,65% para 10,95%), cana-de-açúcar (1,28% para 2,58%) e bovinos (1,28% para 1,90%).

O IPC registrou variação de 0,78%, no segundo decêndio de novembro, ante 0,57%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,35% para 0,90%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -9,94% para 5,07%.


Também foram computados acréscimos nas taxas de variação dos grupos:

Transportes (1,22% para 1,48%),

Saúde e Cuidados Pessoais (0,50% para 0,70%),

Vestuário (0,56% para 0,81%) e

Comunicação (0,14% para 0,41%).

As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens: gasolina(1,69% para 3,71%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,13% para 0,88%), roupas (0,52% para 0,78%) e tarifa de telefone móvel (-0,07% para 0,37%), respectivamente.

Em contrapartida, registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:

Habitação (0,63% para 0,54%),

Educação, Leitura e Recreação (0,33% para 0,31%) e

Despesas Diversas (0,12% para 0,06%).

Nestas classes de despesa, vale mencionar: gás de bujão (10,98% para 1,59%), show musical (1,84% para -1,25%) e alimentos para animais domésticos (0,38% para -1,46%), respectivamente.

O INCC apresentou, no segundo decêndio de novembro, variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa foi de 0,14%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,57%. No mês anterior, a taxa foi de 0,30%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,04%. No mês anterior não houve variação.

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