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Inflação do aluguel recua na segunda prévia de maio

Batata e tomate tiveram as maiores influências de alta, já o ovo e a tangerina deram alívio

Economia|Do R7

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Em relação aos preços ao consumidor, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo
Em relação aos preços ao consumidor, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo

A inflação do aluguel, medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) registrou, na segunda prévia de maio, variação de 0,41%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 1,16%.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis. E o período avaliado compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência, abril neste caso.


O indicador é formado pela média aritmética ponderada de três outros índices de preços: o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) com 60%, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) com 30% e o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) com 10%.

O IPA apresentou variação de 0,39%, no segundo decêndio de maio. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 1,41%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,99% para 0,53%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 0,52% para -3,71%.


A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 1,61%, em abril, para 0,82%, em maio. O destaque coube ao subgrupo suprimentos, cuja taxa passou de 4,71% para -0,41%.

O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,33%. No mês anterior, a taxa foi de 1,68%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (3,63% para -3,69%), milho (em grão) (0,71% para -6,36%) e café (em grão) (3,91% para -2,92%). Em sentido oposto, destacam-se: minério de ferro (1,87% para 4,09%), leite in natura (2,33% para 4,77%) e algodão (em caroço) (1,99% para 6,48%).


O IPC registrou variação de 0,52%, no segundo decêndio de maio, ante 0,67%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (1,38% para 0,68%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 6,03% para 1,53%.

Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos:


— Alimentação (0,73% para 0,49%);

— Educação, Leitura e Recreação (0,21% para -0,49%);

— Transportes (0,12% para 0,05%); e

— Despesas Diversas (0,58% para 0,56%).

As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens: frutas (2,83% para -3,34%), show musical (2,91% para -7,79%), gasolina (0,41% para -0,72%) e clínica veterinária (1,33% para 0,77%), respectivamente.

Em contrapartida, registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,92% para 1,56%), Vestuário (-0,40% para 0,96%) e Comunicação (-0,05% para -0,04%). Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: medicamentos em geral (1,40% para 3,95%), roupas (-0,26% para 1,13%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,34% para 0,60%), respectivamente.

O INCC apresentou, no segundo decêndio de maio, variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa foi de 0,72%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,61%. No mês anterior, a taxa foi de 1,04%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,01%. No mês anterior, este índice variou 0,43%.

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