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Inflação para famílias mais pobres sobe mais do que índice nacional

Tarifas de ônibus e conta de luz foram os maiores vilões do consumidor de baixa renda

Economia|Do R7

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A tarifa de ônibus urbano no Brasil teve variação de 0,59% em dezembro e de 8,88% em janeiro
A tarifa de ônibus urbano no Brasil teve variação de 0,59% em dezembro e de 8,88% em janeiro

A inflação para as famílias mais pobres (com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos) subiu mais do que o índice nacional em janeiro, de acordo com a FGV (Fundação Getulio Vagas).

Enquanto o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe) apresentou variação de 2,00%, o IPC-BR (nacional) registrou variação de 1,73%. Nos acumulado de 12 meses, os dois indicadores tiveram alta de 7,66%.


Para o consumidor de baixa renda, o que mais pesou no bolso no primeiro mês do ano foi a tarifa de ônibus e a conta de luz. O primeiro item faz parte da classe de despesa transporte (que subiu de 0,72% para 5,38%). Já o segundo é do grupo habitação (que foi de 0,55% para 2,02%).

Outras três classes de despesa também subiram no mês: alimentação (1,05% para 1,97%), educação, leitura e recreação (0,43% para 3,02%) e despesas diversas (0,24% para 2,21%).


Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: hortaliças e legumes (5,41% para 16,31%), cursos formais (0,00% para 10,51%) e cigarros (-0,05% para 3,46%), respectivamente.

Alívio


Em contrapartida, os grupos: vestuário (0,59% para -0,40%), saúde e cuidados pessoais (0,40% para 0,02%) e comunicação (0,56% para 0,26%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.

Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: roupas (0,81% para -0,67%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,36% para -1,00%) e tarifa de telefone móvel (1,28% para 0,22%), respectivamente.

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