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Inflação para os idosos sobe mais do que inflação geral do País

Na passagem do 2º para o 3º trimestre, no entanto, a inflação da terceira idade recuou

Economia|Do R7

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Apenas o grupo Comunicação (0,26% para 0,77%) apresentou acréscimo em sua taxa de variação
Apenas o grupo Comunicação (0,26% para 0,77%) apresentou acréscimo em sua taxa de variação

A inflação para os consumidores idosos, medida pelo IPC-3i (Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade), registrou no terceiro trimestre deste ano, variação de 1,23%. Em 12 meses, o IPC-3i acumula alta de 10,21%.

Com este resultado, a variação do indicador ficou acima da taxa acumulada pelo IPC-BR (indicador de inflação geral do País), que foi de 9,65%, no mesmo período.


Na passagem do segundo trimestre de 2015 para o terceiro trimestre de 2015, a taxa do IPC-3i — que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade — registrou decréscimo de 1,23 ponto percentual, passando de 2,46% para 1,23%.

Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação.


A principal contribuição partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de 2,34% para 0,54%.

O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi hortaliças e legumes, que variou -16,33%, no terceiro trimestre, ante 11,85%, no anterior.


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Contribuíram também para o decréscimo da taxa do IPC-3i os grupos:

Saúde e Cuidados Pessoais (3,47% para 1,82%),

Despesas Diversas (9,31% para 0,67%),

Habitação (2,53% para 1,97%),

Educação, Leitura e Recreação (2,73% para 0,94%),

Vestuário (1,98% para 0,24%) e

Transportes (0,69% para 0,35%).

Para cada uma destas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: medicamentos em geral (6,08% para 0,24%), jogo lotérico (55,92% para 0,00%), condomínio residencial (3,85% para 2,54%), passagem aérea (12,35% para -5,76%), roupas (2,39% para 0,21%) e automóvel novo (2,01% para -0,36%), respectivamente.

Em contrapartida, apenas o grupo Comunicação (0,26% para 0,77%) apresentou acréscimo em sua taxa de variação. O item que contribuiu para este movimento foi mensalidade para tv por assinatura (1,89% para 4,36%).

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