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Instabilidade na Bolsa deve permanecer mesmo após decisão eleitoral

Especialistas dizem que, independentemente do resultado, mercado deve continuar volátil 

Economia|Joyce Carla, do R7

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O mercado financeiro brasileiro deve continuar instável por mais uma ou duas semanas, de acordo com especialistas
O mercado financeiro brasileiro deve continuar instável por mais uma ou duas semanas, de acordo com especialistas Luiz Prado

O mercado financeiro continua caindo conforme se aproxima a decisão eleitoral. Os especialistas, no entanto, não acreditam que a volatilidade termine logo após o segundo turno, que será neste domingo (26).

De acordo com o diretor da Escola de Investimentos Leandro&Stormer, Alexandre Wolwacz, a incerteza, especialmente por aspectos internos do Brasil, é o principal motivo para a inconstância do mercado.


— Os investidores não gostam de incertezas. E quando isso acontece, eles preferem se retirar por causa do risco elevado. Na segunda-feira, ainda é esperado que o mercado fique instável, esperando uma definição de rumo para os próximos quatro anos. Por isso, deve levar uma ou duas semanas para diminuir de forma gradual a volatilidade.

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O sócio-diretor da Easynvest, Marcio Cardoso, também acredita que, independentemente do resultado da eleição, o mercado deve continuar bastante volátil até que o novo governo esclareça quais medidas macroeconômicas serão implementadas. 


— Embora o mercado venha reagindo de forma pessimista à possibilidade da manutenção do atual governo e de sua política econômica, a volatilidade permanecerá por algum tempo, mesmo em caso de vitória da oposição.

No entanto, Cardoso afirma que, mesmo com um cenário de incertezas, os ativos negociados em Bolsa de Valores continuam a ser uma boa oportunidade de investimento para a pessoa física, tendo sempre em mente um horizonte de longo prazo.

Nesta quinta-feira (23), o principal índice da Bovespa fechou em queda de 3,2%, abaixo dos 51 mil pontos pela primeira vez desde abril. O Ibovespa ficou em 50.730 pontos. A cotação do dólar também atingiu o maior nível desde 2005 nesta quinta, fechada em R$ 2,51 no fim do pregão.

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