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Intenção de consumo das famílias fica estável após 6 meses em queda

Índice da CNC subiu 0,1% na comparação com o mês anterior e atingiu os 120,6 pontos

Economia|Da Agência Brasil

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Em relação a julho do ano passado, o ICF apresenta queda de 3,5%
Em relação a julho do ano passado, o ICF apresenta queda de 3,5%

A ICF (Intenção de Consumo das Famílias) fechou julho com indicativo de estabilidade, ao registrar aumento de 0,1% na comparação com o mês anterior, indo a 120,6 pontos, depois de fechar o primeiro semestre do ano em queda.

O indicador foi divulgado nesta terça-feira (15), pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens e Turismo), ressaltando, no entanto, que em relação a julho do ano passado, o ICF fechou com queda de 3,5%. 


Na avaliação da CNC, “a desaceleração recente da inflação de alimentos e os efeitos temporários produzidos pela Copa do Mundo podem ter auxiliado na manutenção geral das perspectivas”. Mesmo que ainda em base tímidas de recuperação, o índice permanece acima da zona de indiferença (100 pontos), indicando, portanto, um nível favorável.

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Na avaliação da economista da CNC Juliana Serapio, é necessário enfatizar que, apesar do resultado positivo de julho, a percepção das famílias não muda tão rapidamente.

— As perspectivas para emprego e consumo seguem desaquecidas. O componente perspectiva profissional teve o menor valor da série histórica (117,8 pontos), e o nível de consumo atual apresentou insatisfação das famílias (abaixo de 100 pontos).


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A CNC lembra, ainda, que o item sobre consumo de bens duráveis teve a maior queda na comparação anual, ao fechar julho em -13,4%, voltando a registrar o menor patamar da série histórica (105,7).


Para a economista da CNC, o comportamento é um reflexo do encarecimento do crédito.

— A taxa de juros para pessoas físicas atingiu, na última divulgação, o maior valor desde julho de 2011.

Na previsão para o resto do ano, ao analisar as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a CNC revisou novamente para baixo a expectativa do volume de vendas do varejo, que passou de 4,7% para 4,5% em 2014.

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