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Metade dos locais pesquisados teve aumento na produção industrial

Os avanços mais acentuados foram registrados por Pernambuco, São Paulo e Minas Gerais

Economia|Do R7

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Por outro lado, Bahia (-10,1%) e Paraná (-5,6%) assinalaram as perdas mais intensas nesse mês
Por outro lado, Bahia (-10,1%) e Paraná (-5,6%) assinalaram as perdas mais intensas nesse mês

O aumento no ritmo da produção industrial nacional na passagem de dezembro de 2014 para janeiro de 2015, na série com ajuste sazonal, foi acompanhado por sete dos 14 locais pesquisados, com destaque para os avanços mais acentuados registrados por Pernambuco (13,5%), São Paulo (7,1%) e Minas Gerais (6,5%).

Os dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram ainda que Goiás (4,4%), Espírito Santo (4,3%) e Santa Catarina (2,4%) também registraram expansões mais intensas do que a média nacional (2,0%), enquanto Rio de Janeiro, com ligeira variação de 0,2%, completou o conjunto de locais com índices positivos em janeiro de 2015.


Por outro lado, Bahia (-10,1%) e Paraná (-5,6%) assinalaram as perdas mais intensas nesse mês. Os demais resultados negativos foram observados no Rio Grande do Sul (-2,9%), Amazonas (-2,3%), Ceará (-2,0%), Região Nordeste (-1,9%) e Pará (-0,9%).

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria apontou recuo de 0,8% no trimestre encerrado em janeiro de 2015 frente ao nível do mês anterior, após também assinalar queda em novembro (-0,5%) e dezembro (-1,4%).


Em termos regionais, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, dez locais mostraram taxas negativas, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Bahia (-5,5%), Rio Grande do Sul (-2,9%), Santa Catarina (-2,5%), Goiás (-1,7%) e Região Nordeste (-1,5%). Por outro lado, Pernambuco (3,7%) apontou o principal avanço em janeiro de 2015.

Comparação com janeiro de 2014


Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 5,2% em janeiro de 2015, com 11 dos 15 locais pesquisados acompanhando o movimento de queda na produção.

Nesse mês, os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-12,4%), Bahia (-12,1%), Paraná (-12,0%) e Rio Grande do Sul (-11,3%). Santa Catarina (-8,0%), região Nordeste (-5,9%) e São Paulo (-5,4%) também apontaram quedas mais acentuadas que a média nacional (-5,2%), enquanto Ceará (-5,1%), Minas Gerais (-3,7%), Rio de Janeiro (-3,1%) e Goiás (-2,1%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas em janeiro de 2015.


Por outro lado, Espírito Santo (18,2%) assinalou o avanço mais intenso nesse mês, impulsionado, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo do setor extrativo (minérios de ferro pelotizados e óleos brutos de petróleo). Os demais resultados positivos foram observados no Pará (6,4%), Mato Grosso (5,2%) e Pernambuco (3,3%).

Acumulado de 12 meses

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com o recuo de 3,5% em janeiro de 2015, manteve a trajetória descendente iniciada em março último (2,0%) e assinalou o resultado negativo mais intenso desde janeiro de 2010 (-4,8%).

Em termos regionais, 11 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas em janeiro de 2015 e oito apontaram menor dinamismo frente ao índice de dezembro último. As principais perdas entre dezembro e janeiro foram registradas por Amazonas (de -3,9% para -5,6%), Paraná (de -5,5% para -6,6%) e Rio Grande do Sul (de -4,3% para -5,4%), enquanto Espírito Santo (de 5,6% para 7,3%) mostrou o maior avanço entre os dois períodos.

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