Mudanças de faixa de renda no Minha Casa, Minha Vida são naturais, diz presidente da Caixa
Entrevista exclusiva com Carlos Vieira esclareceu dúvidas sobre as alterações do programa, que passam a valer nesta quarta (22)
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Limites maiores de renda e novos valores de financiamento passam a valer no Minha Casa, Minha Vida a partir desta quarta-feira (22). Para tirar as dúvidas em torno das mudanças, o Link News realizou uma entrevista exclusiva com o presidente da Caixa (Caixa Econômica Federal) Carlos Vieira.
Ele afirmou que as mudanças fazem parte de um procedimento natural que segue as alterações de oferta e demanda por moradias no mercado imobiliário. As novas faixas de renda enquadram a realidade monetária atual das famílias e aumentam a capacidade de acesso ao recurso.

O presidente esclarece que o site da Caixa possui um simulador capaz de explicar a que faixa o usuário pertence, mas que a ferramenta também está disponível nas agências físicas e correspondentes bancários. Além de aumentar a acessibilidade, outra vantagem introduzida pelas mudanças são os subsídios que cada faixa recebe, adequados à situação de cada uma.
“Vale acrescentar que a grande novidade é o estímulo à faixa de renda que está situada na faixa 4. O estímulo tem como objetivo fazer com que as famílias que têm renda de até R$ 13 mil passem também a ser o público-alvo do Minha Casa Minha Vida”, adiciona Vieira. O presidente relatou que a maneira pela qual o faturamento de cada família é monitorado se dá por mecanismos como o imposto de renda.
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Ao ser questionado sobre o impacto que as novas regras devem gerar para o mercado de crédito, Vieira acredita que somente após um período de 20 dias será possível compreender os efeitos. Contato, ele garante que o mercado imobiliário e as famílias participantes serão beneficiados.
“A certeza para as incorporadoras, construtoras e o mercado imobiliário como um todo de que as famílias brasileiras estão atendidas em até R$ 200 bilhões pelo Minha Casa Minha Vida”. Vieira ainda caracterizou a redução aproximada de 1% nos juros como um acréscimo indireto na renda dos usuários.
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