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Parados há 22 dias, bancários fazem nova negociação nesta quinta

Categoria quer reajuste de 11,93% e valorização dos vales—refeição e alimentação

Economia|Do R7

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Na última sexta-feira (4), a proposta da Febraban de reajuste salarial de 7,1% foi rejeitada pela categoria
Na última sexta-feira (4), a proposta da Febraban de reajuste salarial de 7,1% foi rejeitada pela categoria

Em greve há 22 dias, o comando nacional, coordenado pela Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e representantes da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) farão uma nova rodada de negociação na manhã desta quinta-feira (10). Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, essa é a paralisação mais longa desde 2004. Naquela época, a categoria cruzou os braços durante 30 dias.

Na última sexta-feira (4), a proposta da Febraban de reajuste salarial de 7,1% foi rejeitada pela categoria.


Os bancários querem um reajuste de 11,93% (aumento real de 5%). Os profissionais também pedem a valorização dos vales—refeição e alimentação e melhores condições de trabalho.

Segundo a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, houve poucos avanços nas negociações anteriores.


— Bancos endureceram bastante as negociações e não há justificativa pra isso, eles estão chorando de barriga cheia, já tem muitos lucros. Queremos melhorar as condições de trabalho e nesses vinte dias não houve nenhuma proposta deles nesse sentido.

A paralisação da categoria já dura 22 dias. Mais de 11 mil agências bancárias foram fechadas neste período.


Durante o período de greve, os consumidores poderão utilizar os caixas de autoatendimento, o internet banking e o aplicativo do banco no celular (mobile banking) para pagamento de contas.

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Os correspondentes bancários como casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados estão abertos para as transações financeiras.

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