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Práticas comerciais do Brasil não ferem regras internacionais, diz secretário

Godinho manifestou confiança em relação ao questionamento movido pela UE contra o Brasil

Economia|Da Agência Brasil

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Entre os principais pontos questionados pela UE está a diferença de IPI cobrada para veículos importados
Entre os principais pontos questionados pela UE está a diferença de IPI cobrada para veículos importados

As práticas comerciais brasileiras não ferem normas internacionais e são compatíveis com as regras de mercado, disse nesta segunda-feira (3) o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Daniel Godinho. Ele manifestou confiança em relação ao questionamento movido pela UE (União Europeia), contra o Brasil, na OMC (Organização Mundial do Comércio).

— O Brasil acredita que os regimes [comerciais] são compatíveis com regras multilaterais, e estamos confiantes em relação ao resultado do painel [queixa promovida na OMC].


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Na última sexta-feira (31), a União Europeia apresentou queixa contra o Brasil na OMC, por considerar que o País promove discriminação comercial. A UE manifestou insatisfação com a incidência diferenciada de tributos entre produtos industrializados nacionais e importados.


Entre os principais pontos questionados pela UE está a diferença de 30 pontos percentuais de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados, em relação aos automóveis montados no Brasil. O bloco econômico também citou a tributação sobre smartphones, que custam 50% a mais do que na maioria dos países, apesar de os fabricantes brasileiros de artigos de tecnologia da informação se beneficiarem de reduções fiscais.

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