Prévia da inflação do aluguel recua na primeira leitura de novembro
Resultado foi influenciado pelo índice de preços ao produtor
Economia|Do R7

A prévia da inflação do aluguel, medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), registrou variação de 1,31%, na apuração referente à primeira leitura de novembro. No mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 1,64%.
De acordo com a FGV (Fundação Getulio Vargas), a apuração referente à primeira leitura do IGP-M de novembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de outubro.
O IGP-M é a média aritmética ponderada de três outros índices de preços: IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), com 60%; IPC (Índice de Preços ao Consumidor), com 30%; e INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), com 10%.
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O IPA registrou variação de 1,73%, na primeira leitura de novembro. No mesmo período do mês de outubro, o índice variou 2,36%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 1,34% para 2,19%.
Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -2,22% para 5,44%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,78%, ante 1,84%, no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura que passou de 2,71% para 2,30%.
O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 1,14%. No mês anterior, a taxa foi de 4,24%. Entre os itens com taxas em trajetória decrescente, destacam-se: soja (em grão) (7,32% para 0,93%), minério de ferro (4,92% para -0,34%) e milho (em grão) (10,69% para 2,18%).
Em sentido oposto, vale mencionar: mandioca/aipim (-2,58% para 7,55%), bovinos (0,60% para 1,71%) e cana-de-açúcar (2,65% para 3,47%). O IPC apresentou taxa de variação de 0,62%, na primeira leitura de novembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,40%.
Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (0,66% para 1,90%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item gasolina, cuja taxa passou de -0,55% para 5,22%.
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:
— Alimentação (0,22% para 0,31%),
— Saúde e Cuidados Pessoais (0,31% para 0,52%) e
— Comunicação (0,13% para 0,25%).
Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: hortaliças e legumes (-7,65% para -2,80%), medicamentos em geral (-0,20% para 0,22%) e tarifa de telefone móvel (-0,07% para 0,56%), respectivamente.
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:
— Vestuário (0,96% para 0,40%),
— Habitação (0,41% para 0,40%) e
— Educação, Leitura e Recreação (0,49% para 0,33%).
Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: calçados (1,46% para 0,13%), gás de bujão (10,27% para 1,68%) e salas de espetáculo (1,23% para 0%), respectivamente.
O grupo Despesas diversas repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,05%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens: clínica veterinária (0,29% para 1,34%) e alimentos para animais domésticos (-0,13% para -1,17%), respectivamente.
O INCC registrou, na primeira leitura de novembro, taxa de variação de 0,23%, acima do resultado do mês anterior, de 0,12%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,49%. No mês anterior, a taxa foi de 0,25%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não apresentou variação, pelo terceiro mês consecutivo.













