Primeiro dia de greve teve adesão de 35 mil bancários e fechou 664 agências em São Paulo
Sindicato de representa a categoria diz que nova rodada de negociações acontece na 6ª-feira
Economia|Do R7

O primeiro dia de paralisação dos trabalhadores bancários em todo o País terminou com a adesão de mais de 35 mil trabalhadores em São Paulo.
De acordo com balança feito pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 680 locais de trabalho, sendo 16 centros administrativos e 664 agências fecharam as portas durante esta terça-feira (06).
Durante a greve, os bancários garantem que os caixas de autoatendimento vão continuar funcionando para atender à população.
Os bancários devem seguir em greve até a próxima sexta-feira (12), quando será realizada, a partir das 17h, uma assembleia pala decidir os rumos do movimento.
Consumidores devem procurar alternativas para pagar contas
A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, afirma que o fim das paralisações depende exclusivamente da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
— Esperamos que eles façam, nesta sexta-feira, nova proposta condizente com seus lucros. Desde 2012 os bancos eliminaram mais de 23 mil postos de trabalho. Somente o HSBC, sexto maior banco do País, conta com 20 mil trabalhadores. É como se um banco desse porte houvesse sido eliminado por essa política de cortes que prejudica não só a categoria como toda a população que precisa dos serviços bancários.
A categoria reivindica reajuste salarial de 14,78%, enquanto os patrões propõem aumento de 6,5%. Além disso, os bancários querem PLR de três salários mais R$ 8.297,61; fixação do piso salarial em R$ 3.940; vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche; 14º salário; fim das metas abusivas; fim das demissões; melhores condições de trabalho; mais segurança nas agências, e; auxílio-educação.














