Problema da dívida pública federal é ser ‘oriunda de gastos exagerados’, aponta professor
Segundo Tesouro, dívida pública caiu 2,34% em março; vencimentos de títulos ligados à Selic puxaram queda
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Segundo os números divulgados pelo Tesouro Nacional, a dívida pública federal caiu 2,34% em março e passou para R$ 8,3 trilhões. O grande vencimento de títulos ligados à Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) puxou essa queda. De acordo com o plano anual de financiamento, apresentado em janeiro, o estoque da dívida pública federal deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.
Em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (28), Pedro Leão Bispo, professor do Departamento de Finanças e Controle da Fundação Getúlio Vargas, explica que a questão é o que gera essa dívida. “Quando essa dívida é gerada, utilizada na tarefa do governo para construir hospitais ou escolas, isso se resolve porque o benefício é claro. A questão é que essa dívida é oriunda de gastos exagerados”, diz.
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Segundo ele, ao pegar a curva de gastos do governo em relação à própria manutenção, é possível perceber um crescente que é acompanhado de um aumento de impostos, o que gera mais sonegação. Ou seja, a questão pública está ligada à disciplina de gastos.
“Há espaço para se fazer uma reestruturação de toda essa rede tributária, acompanhada de uma economia do governo federal em relação à sua manutenção, e esse conjunto, ao longo do tempo, vai gerar resultado”, aponta o professor.
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