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Quase metade das atividades industriais têm alta de preço, afirma IBGE

Das 23 tividades da indústria de transformação pesquisadas, 11 registraram aumento de preços

Economia|Do R7

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Maior alta de preços foi observada na indústria farmacêutica
Maior alta de preços foi observada na indústria farmacêutica

Do total de 23 atividades da indústria de transformação pesquisadas, 11 registraram aumento de preços na porta de fábrica em abril, apontou o IPP (Índice de Preços ao Produtor) apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na divulgação anteior, referente ao mês de março, apenas seis segmentos haviam verificado preços mais elevados.


Na passagem de março para abril, as principais quedas foram verificadas em fumo (-2,83%), outros equipamentos de transporte (-2,73%) e madeira (-2,33%).

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Já a maior alta de preços foi observada na indústria farmacêutica (2,26%). Em relação às maiores contribuições para a deflação de 0,38% verificada pelo indicador no mês, sobressaíram-se as atividades de outros produtos químicos (-0,19 ponto porcentual), alimentos (-0,08 ponto porcentual), papel e celulose (-0,07 ponto porcentual) e outros equipamentos de transporte (-0,06 ponto porcentual).

Deflação


A desvalorização do dólar em relação ao real ajudou na queda de 0,38% nos preços dos produtos na porta de fábrica da indústria de transformação em abril.

O câmbio teve influência nos resultados negativos das atividades de papel e celulose e de outros equipamentos de transporte, que contribuíram com -0,13 ponto porcentual para o IPP do mês, divulgado hoje pelo IBGE.


A atividade de outros equipamentos de transporte teve recuo de 2,73% no mês de abril, o resultado mais baixo de toda a série. Segundo o IBGE, os preços do setor foram fortemente influenciados pela queda do dólar no mês, já que o peso representado pelas exportações na atividade é grande, com destaque para os aviões e motocicletas.

Já a atividade de papel e celulose teve recuo de 2,16% em abril. Os produtos com maior impacto para o resultado do setor foram celulose e cadernos. Nessa atividade, o IBGE esclareceu que a desvalorização do dólar em relação ao real foi potencializada pela queda nos preços médios da celulose exportada.

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