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Secovi reduz projeção para lançamentos e vendas em SP

No início do ano, o sindicato afirmou que esperava estabilidade do mercado

Economia|Do R7

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Vendas na capital de SP totalizaram 9.054 unidades no 1º semestre, o que representa queda de 48,3% na comparação com 2013
Vendas na capital de SP totalizaram 9.054 unidades no 1º semestre, o que representa queda de 48,3% na comparação com 2013

O cenário de baixo crescimento da economia brasileira afetou o mercado imobiliário, que irá diminuir de tamanho na comparação com o ano passado, de acordo com novas projeções do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo).

O presidente da entidade, Cláudio Bernardes, informou, em entrevista ao Broadcast, serviço de informações da Agência Estado, que a expectativa é de redução de 25% nas vendas de imóveis residenciais novos e de queda de 20% nos lançamentos de projetos na capital paulista em 2014 em relação a 2013.


No início do ano, o Secovi-SP afirmou que esperava estabilidade do mercado, com lançamentos e vendas neste ano em quantidade parecida com as do ano passado.

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Segundo pesquisa do sindicato, as vendas na capital paulista totalizaram 9.054 unidades no primeiro semestre, o que representa queda de 48,3% na comparação com as 17.500 unidades comercializadas no mesmo período de 2013. Os lançamentos atingiram 11.360 unidades entre janeiro e junho, baixa de 18,8% diante das 13.983 unidades lançadas nos mesmos meses do ano passado.


— A economia está no fundo do poço.

Em sua avaliação, o volume de negócios menor reflete a deterioração do PIB (Produto Interno Bruto), a baixa velocidade de vendas durante a Copa do Mundo e a falta de confiança dos consumidores e empresários em fechar vendas e lançamentos diante do cenário de incerteza políticas com a proximidade das eleições.


Para os próximos meses, Bernardes acredita que o mercado imobiliário tende a se recuperar, pois o segundo semestre costuma ser melhor para os negócios do que os primeiros meses do ano.

— Mas não vai ser uma recuperação suficiente para compensar as quedas acumuladas até aqui no ano.

Para ajudar o setor, o Ministério da Fazenda anunciou medidas que devem melhorar o ânimo do mercado e aquecer a economia, através da facilitação da compra e venda de imóveis e também a recuperação de bens em casos de inadimplência. Confira as medidas no vídeo abaixo.

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