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Sem acordo, greve dos bancários completa 19 dias nesta segunda-feira

Esta semana, assembleias vão ser realizadas no País para discutir os rumos da paralisação

Economia|Do R7

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Bancários querem um reajuste de 11,93%, valorização dos vales- refeição e alimentação e melhores condições de trabalho
Bancários querem um reajuste de 11,93%, valorização dos vales- refeição e alimentação e melhores condições de trabalho Daia Oliver

A greve dos bancários em todo o País completa 19 dias nesta segunda-feira (7). Na última sexta-feira (4), a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) fez uma proposta de 0,97% de aumento real (reajuste de 7,1%).

Porém, o Comando Nacional dos Bancários encaminhou documento à Fenaban solicitando “uma nova proposta que de fato atenda às reivindicações econômicas e sociais” da categoria.


Em nota, a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira, afirma que “propor aumento real abaixo de 1% não é aceitável”.

Nesta semana, assembleias vão ser realizadas em todo o País para discutir os rumos da paralisação. Em São Paulo, a reunião acontece nesta segunda-feira (7) às 17h. O Comando Nacional dos Bancários afirmou que vai indicar a rejeição da proposta durante as discussões.


A categoria quer um reajuste de 11,93% (aumento real de 5%). Os bancários também pedem a valorização dos vales— refeição e alimentação e melhores condições de trabalho.

Mais de 11 mil agências bancárias fechadas


No último balanço divulgado da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), 11.406 agências bancárias tinham sido fechadas até a quinta-feira (3).

Para atender ao público durante o período de greve, os caixas de autoatendimento vão continuar funcionando. Os clientes também poderão usar o internet banking e o aplicativo do banco no celular (mobile banking).


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Os correspondentes bancários como casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados estão abertos para as transações financeiras.

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