‘Trabalhador informal não tem proteção social’, diz economista sobre jornada de trabalho
Período é até 13% maior para autônomos ao ser comparado com o de empregados; ‘ele cai naquele modelo: se não trabalhar, não ganha’
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelaram que a jornada média de trabalhadores autônomos é de 45 horas por semana, um índice 13% maior do que o período exercido por pessoas empregadas, em torno de 39 horas ao todo.
“Nós sabemos que o trabalhador informal não tem proteção social, [...] então ele cai naquele modelo: se não trabalhar, não ganha”, destacou o economista Ricardo Buso no Conexão Record News desta sexta-feira (15).
Durante o programa, ele também comparou o cenário do país com o de outras nações: “Quando comparamos o Brasil com o mundo desenvolvido, temos uma jornada de trabalho de 44 horas semanais desde a Constituição de 1988, contra uma média de 35 e 40 horas”.
Tais características sujeitam a população brasileira a um grande abismo social. Buso encerra com o exemplo de um motorista de aplicativo para esclarecer o próprio argumento: “Se ele se der o luxo de trabalhar só 44 horas por semana [...] ele não paga nem o aluguel do carro”.
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