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Turquia está paralisada por blecaute gigantesco de causas desconhecidas

Economia|Do R7

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Ancara, 31 mar (EFE).- A Turquia ficou paralisada nesta terça-feira por um grande blecaute de causas desconhecidas, que deixou completamente sem energia a maioria das províncias do país e cidades como Istambul e Ancara, segundo informou a imprensa do país. "Estamos investigando todas as possibilidades, inclusive a de terrorismo", disse o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu. Segundo o jornal "Hürriyet", pode ter ocorrido um problema técnico no sistema da companhia turca de distribuição de eletricidade (TEIAS), cujo site estava bloqueado na manhã de hoje, aparentemente devido a grande quantidade de pessoas que tentaram acessá-lo. Já a agência de notícias "Cihan" disse que as centrais de energia não estavam trabalhando devido a um acidente. Um gabinete de crise foi reunido no Ministério de Energia. Em um comunicado, o ministério confirmou que houve "um problema" com as principais linhas de distribuição de energia, e que o corte, o maior registrado na Turquia nos últimos 15 anos, parece ter se originado na região ocidental do Egeu. O ministro de Energia, Taner Yildiz, afirmou que várias equipes investigam as possíveis causas do blacaute, mas negou que o país sofra uma escassez de energia. "Eu também não posso dizer se houve ou não um ataque cibernético", disse Yildiz, segundo o jornal "Hürriyet". O corte de energia mantém paralisados bondes e metros em várias cidades, e afeta também hospitais e fábricas, entre outros serviços. O metro de Istambul, cidade de mais de 15 milhões de habitantes, cancelou seus serviços devido ao corte elétrico, que paralisou também a circulação de bondes e trens, causando um caos no trânsito, informou o diário "Zaman". Em Ancara, o serviço de trens de alta velocidade foram paralisados, assim como metrôs, e vários passageiros ficaram presos em vagões, segundo a emissora "NTV". Na província de Kocaeli, um dos centros industriais mais importantes da Turquia, várias fábricas interromperam sua atividade e a imprensa local informou sobre uma "grande explosão", que até o momento não foi confirmada oficialmente. EFE dt-wr/dk

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