Logo R7.com
RecordPlus
Educação

Cresce acampamento de professores em frente à Prefeitura de São Paulo

Assembleia da categoria realizada na última sexta-feira (30) decidiu apoiar os acampados 

Educação|Do R7

  • Google News
Greve continua e nova assembleia ocorre na próxima terça (2)
Greve continua e nova assembleia ocorre na próxima terça (2)

Cerca de 30 barracas ficaram armadas em frente à Prefeitura de São Paulo no último sábado (31). O acampamento dos professores municipais, em greve desde o dia 23 de abril, aumentou desde que começou na noite da última quinta-feira (29), com quatro barracas.

Em assembleia realizada na última sexta-feira (30), docentes votaram pelo apoio ao acampamento, que irá permanecer levantado até a próxima terça-feira (3), quando uma nova reunião será realizada para definir o futuro da greve.


Professores municipais de São Paulo fazem acampamento em frente à Prefeitura 

Estabelecido o apoio ao acampamento, o Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal) passou a financiar parte da logística, comprando barracas e garantindo refeições aos manifestantes. 


Negociação 

Durante ato na última sexta-feira, representantes do Sindicato foram recebidos por um assessor da Prefeitura e, depois, pelo secretário de governo, Francisco Macena da Silva.


Segundo o sindicato, o governo descartou a possibilidade de iniciar a incorporação do abono complementar de piso em 2014, como desejam os docentes. 

Em nota publicada ontem, a Prefeitura reiterou que o aumento de 15,38% do piso, aprovado pela Câmara Municipal na última quarta-feira (28) será incorporado aos salários em três parcelas (2015, 2016 e 2017), divididas de acordo com a negociação na data base de 2015 e com as condições orçamentárias da administração.


Greves de professores se espalham pelo País, entenda por quê

Leia mais sobre educação no R7

O documento diz ainda que a Prefeitura irá pagar aos grevistas os dias parados, se for decretado o fim imediato da greve, e se as aulas perdidas pelo alunos forem efetivamente repostas.

Os docentes permanecem em greve, reivindicando a valorização dos educadores, condições dignas de trabalho, segurança nas escolas, melhoria no plano de saúde para os profissionais de educação, redução do número de alunos por sala/turma/agrupamento e a isonomia entre ativos e aposentados.

Quanto ao processo de negociação, os professores alegam falta de diálogo direto com o prefeito Fernando Haddad (PT) e que o aumento salarial valerá apenas parte uma pequena parte da categoria. A Prefeitura afirma que realizou 26 reuniões com as entidades sindicais da categoria este ano.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.