Enem também pode servir como porta de entrada para faculdades particulares e EAD. Veja como
Inscrições para o Exame começam nesta segunda-feira (9)
Educação|Do R7

As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) começaram nesta segunda-feira (9) e a prova vai acontecer nos dias 5 e 6 de novembro.
O exame, utilizado como porta de entrada para muitas universidades, é composto por quatro provas de 45 questões cada — duas por dia — que abrangem Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Tecnologia, além de uma redação.
Ao ser criado, o exame era utilizado por universidades públicas como vestibular ou como nota parcial — o aluno fazia a prova da faculdade em questão, que valia metade da nota total, e a média era completa com a nota do Enem. No entanto, com a criação do ProUni, em 2005, as universidades particulares também foram inseridas no programa. Isso fez com que começassem a fornecer bolsas de estudo de 50% ou 100% para pessoas com renda familiar bruta de até três salários mínimos.
Inscrições para o Enem 2016 começam nesta segunda-feira
Para poderem participar do programa, os alunos precisam ter feito pelo menos 450 pontos nas provas de múltipla escolha e não podem ter zerado a redação. As inscrições acontecem duas vezes por ano — no primeiro e no segundo semestre — e são feitas pelo site do ProUni.
Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão que organiza o Enem, cabe às universidades particulares decidir se vão ou não incluir o Enem no processo seletivo. Hoje em dia, muitas delas substituíram o vestibular pelo exame, independentemente do ProUni. Até mesmo faculdades que focam no EAD (Ensino à Distância) podem utilizar a nota do Enem — e muitas já o fizeram.
O instituto afirmou, ainda, que ao decidir incorporar o Enem ao processo seletivo — seja parcial ou totalmente — essas universidades devem formar uma parceria com o Inep, para que possam ter acesso à base de dados do aluno e conferir a veracidade das informações. Por isso, fazer a prova pode abrir um grande leque de opções, mesmo para quem não visa a entrada em uma universidade pública.













