Fuvest 2015: geopolítica e análise de mapas são fundamentais para o vestibulando
O professor do Sistema COC de Ensino Johncy de Pádua listou algumas dicas
Educação|Do R7

Neste ano, 141.888 candidatos se inscreveram para fazer a primeira fase do vestibular da USP (Universidade de São PAulo). Eles disputam 11.177 vagas, sendo 11.057 de cursos de graduação da USP e 120 do curso de medicina da Santa Casa. O professor do Sistema COC de Ensino Johncy de Pádua destaca o que o aluno precisa saber sobre geografia. Confira!
Fuvest divulga locais de prova da primeira fase do vestibular 2015
Geografia Geral
Conhecimentos básicos de geografia física, geopolítica e a análise de mapas e gráficos são fundamentais para o vestibulando e sempre estão presentes na prova da Fuvest.
Geografia do Brasil
Característica física, climática e hidrográfica do Brasil sempre aparece na prova, relacionados e contextualizados a outros assuntos como Agricultura, Recursos Energéticos, e Poluição. O importante não é decorar nomes de rios ou tipos de climas, mas sim, a relação entre eles e a população.
Crise da Água em São Paulo: outra boa aposta é a questão climática mundial e no Brasil que acarretou diversos problemas como a falta de água no estado paulista, entre outros como Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de regiões onde a seca já é presente há décadas, como o Sertão Nordestino.
R7 e Sistema COC de Ensino fazem a correção das provas da Fuvest 2015
Geografia Mundial
Globalização e política internacional também são assuntos recorrentes, no ano de 2014 a Crise da Ucrânia se apresenta como uma boa aposta. Em novembro de 2013 iniciou-se, na Ucrânia, uma onda de protestos em torno do parlamento do país, cuja motivação principal era a não assinatura de um tratado de livre-comércio comércio com a União Europeia. Esse episódio acirrou ainda mais as diferenças entre os dois principais grupos políticos ucranianos: os “pró-ocidente” e os mais próximos à Rússia
Os opositores ao governo de Yanukovich e da administração de Azarov são formados por várias frentes políticas, a maior parte constituída pela parcela da população mais “ocidental”, ou seja, mais próxima culturalmente da Europa, diferentemente dos 30% dos habitantes que falam russo e possuem uma cultura mais próxima ao país vizinho.
A frente de oposição mais influente sob o ponto de vista internacional é o Pátria, segundo maior partido do país (atrás somente da frente governista), liderado por Arseniy Yatsenyuk, um militante extremamente próximo a Yulia Tymoshenko, ex-primeira-ministra do país presa por abuso de poder em 2009, uma das principais personalidades da Revolução Laranja de 2004.













